
Título: O que o rap diz e a escola contradiz
Autor: Amaral do
Sinopse: As reflexões e pesquisa apresentadas neste livro começaram com um contato inicial com jovens lideranças do Real Parque. Essas jovens trabalhavam como estagiárias na ONG Casulo, que concedia bolsas de estudos para formar professores junto ao Instituto Singularidades. A pesquisadora Mônica do Amaral acompanhou a atuação e a angústia desses jovens. Em meio às orientações da ONG e empresas financiadoras, as necessidades da comunidade ficaram em segundo plano, já que extrapolavam as prioridades definidas pela instituição. Uma questão considerada prioritária pelas lideranças era o atendimento das expectativas dos jovens, que queriam, não apenas, formar-se como mão-de-obra qualificada, mas, sobretudo aprofundar-se naquilo que já fazia parte de suas vidas. Ou seja, a dança break, o grafitti e o rap. Além disso, como grande parte das famílias que moravam no Real Parque era oriunda da região nordeste, a capoeira, o maracatu e outras tradições culturais nordestinas também estavam entre suas prioridades. Os jovens desejavam, portanto, formular sua própria estética e ter suas culturas reconhecidas, do mesmo modo que pretendiam ser os porta-vozes daquela comunidade de famílias. A jornada desses jovens é uma longa história sobre a qual nos debruçaremos ao longo desta narrativa. SOBRE A AUTORA: Mônica do Amaral é professora titular da Universidade Federal de São Carlos (Campus Sorocaba). Tem experiência na área de Educação, atuando, principalmente, nos seguintes temas: quilombo, comunidades quilombolas, territorialidade, segregação espacial, racial, educação e multiculturalismo. Pela Alameda, organizou, com Lourdes Carril, O Hip Hop e as Diásporas Africanas na Modernidade e Culturas africanas na modernidade, com Rute Reis, Cristiane Dias e Elaine Cristina Moraes Santos.
Contexto da obra
Na área de Música, obras como esta costumam ganhar força quando articulam escuta, repertório e contexto cultural. “O que o rap diz e a escola contradiz”, de Amaral do, publicado pela editora Alameda Editorial, em 2016 e com 257 páginas, integra a categoria Livros de Música. Na prática, isso ajuda a entender melhor como a obra pode servir tanto à memória quanto ao estudo e à escuta.
Editora: Alameda Editorial
Páginas: 257
Ano: 2016
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8579394309
ISBN13: 9788579394300
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,290
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 1,50
Sobre a editora
Os livros da editora Alameda Editorial convidam a uma imersão em temas históricos, políticos e culturais com abordagens que equilibram rigor acadêmico e acessibilidade. A experiência de leitura é marcada por narrativas que vão do detalhamento documental à análise crítica, muitas vezes com foco em períodos e processos sociopolíticos brasileiros e latino-americanos. As obras exploram tensões entre centro e periferia, entre memória e representação, e entre teoria e prática política, sempre com um olhar atento às dinâmicas sociais e culturais. O catálogo revela um perfil editorial que privilegia textos densos, porém claros, que dialogam com leitores interessados em reflexões profundas sobre história, política, cultura e direitos humanos.
