
Título: O Quotidiano a Secar em Verso
Autor: Eugénia de Vasconcellos
Sinopse: Uma casa, um lugar: o coração, o tempo onde, afinal, existíssemos fora deste problema da habitação. É nómada a tua língua e a minha, dizemos palavras sem morada, desmontando a cada dia as tendas e a poesia sem retorno e sem adeus.Não posso chegar nem a ti nem a Ele, nem deixar de caminhar para ti e até Ele. Vivo, amo e digo como quem reza, entre isto e a morte inscrevo o vazio da fé, nele levanto uma casa, um lugar: o coração.Eugénia de Vasconcellos nasceu em 1967, em Faro. Espera não morrer, jamais, ainda que as evidências deem a morte por inevitável. É poeta. E entre um poema e outro cabem as crónicas, o ensaio, os contos e o romance.Se tivesse de escolher um poeta, hoje, escolhia três: Camões, Whitman, Herberto Helder. É a poesia quem abre a porta ao futuro. É por isso que a morte não lhe morde os calcanhares.Autora de O Quotidiano a Secar em Verso (poesia), Camas Politicamente Incorrectas da Sexualidade Contemporânea (ensaio), Do Branco ao Negro (conto). Há traduções de obras suas em catalão, alemão, sérvio e romeno.
Contexto da obra
Em coleções literárias, um livro como este costuma ganhar também um sentido editorial mais amplo. “O Quotidiano a Secar em Verso”, de Eugénia de Vasconcellos, publicado pela editora Guerra e Paz, em 2016 e com 128 páginas, integra a categoria Livros de Coleções Literárias. Por isso, o leitor pode ganhar outra perspectiva quando observa não só o texto, mas também a coleção que o abriga.
Editora: Guerra e Paz
Páginas: 128
Ano: 2016
Edição: 1
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 9897021914
ISBN13: 9789897021916
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,174
- Altura (cm): 20,00
- Largura (cm): 16,50
- Espessura (cm): 1,00
Sobre a editora
Os livros da editora Guerra e Paz apresentam uma leitura que mescla investigação profunda e narrativa envolvente, transitando entre o rigor histórico, a reflexão filosófica e relatos pessoais intensos. O catálogo revela um interesse constante por temas que envolvem conflitos — sejam eles políticos, sociais ou psicológicos — e pela complexidade das relações humanas, muitas vezes exploradas em contextos de tensão e transformação. A linguagem varia do ensaio acessível ao romance com ritmo dinâmico, convidando o leitor a refletir sobre questões éticas, históricas e existenciais. Há obras que se debruçam sobre episódios sombrios da história, enquanto outras exploram a evolução cultural e linguística, formando um conjunto que desafia o leitor a olhar para o mundo com olhar crítico e sensível.
