
Título: O Rapaz Selvagem
Autor: Paolo Cognetti
Sinopse: Paolo tem trinta anos, passou um inverno difícil e tem a sensação de não chegar a lado nenhum: «Sentia-me sem forças, perdido e desencorajado… Acima de tudo, não escrevia, o que para mim é como não dormir ou não comer: sentia um vazio como nunca tinha conhecido.» Daqui nasce a decisão de deixar Milão, a cidade onde nasceu e cresceu, e mudar-se para a montanha, para uma cabana de madeira e pedra situada a dois mil metros de altitude, na esperança de acertar contas com o passado e recomeçar a escrever. Aqui, em solidão quase total, redescobre uma vida mais substancial e relações humanas sinceras, que desenvolve com os seus dois únicos vizinhos. O Rapaz Selvagem, romance autobiográfico, é a verdadeira história de uma fuga e de uma viagem em busca de si próprio - um combate com as mãos nuas contra a dor. Um livro forte e comovente, do autor de As Oito Montanhas, uma das melhores vozes da literatura italiana.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “O Rapaz Selvagem”, de Paolo Cognetti, publicado pela editora Dom Quixote, em 2018 e com 160 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Dom Quixote
Páginas: 160
Ano: 2018
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 9722064991
ISBN13: 9789722064996
Sobre a editora
Os livros da editora Dom Quixote costumam oferecer uma experiência de leitura que mescla densidade histórica e humana, frequentemente explorando os efeitos do passado sobre a vida individual e coletiva. O catálogo apresenta narrativas que transitam entre o íntimo e o político, com personagens que enfrentam dilemas morais, memórias dolorosas e transformações sociais, seja em contextos de guerra, regimes autoritários ou mudanças culturais profundas. O tom varia do contemplativo ao tenso, com histórias que vão do romance histórico ao thriller, passando por relatos de sobrevivência e ficção especulativa. A linguagem tende a ser elaborada, convidando o leitor a uma reflexão cuidadosa, e o ritmo pode oscilar entre o meditativo e o urgente, conforme o tema.
