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O Rei Dos Vagabundos

Título: O Rei Dos Vagabundos

Autor: Neal Stephenson

Sinopse:

Contexto da obra

Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “O Rei Dos Vagabundos”, de Neal Stephenson, publicado pela editora Tinta Da China, em 2008 e com 424 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.

Editora: Tinta Da China

Páginas: 424

Ano: 2008

Edição:

Linguagem: português

ISBN:

ISBN13:

    Sobre o autor

    A leitura dos livros de Neal Stephenson é uma imersão em narrativas de amplo alcance, onde o ritmo pode variar entre o frenético e o contemplativo, sem perder a densidade intelectual. A prosa frequentemente combina detalhes técnicos com personagens complexos, que transitam entre mundos reais e virtuais, históricos e futuristas. A tensão se constrói tanto em conflitos externos — como espionagem, revoluções ou ameaças tecnológicas — quanto em dilemas morais e sociais que desafiam os protagonistas. O humor, quando presente, surge de forma irônica e cortante, equilibrando momentos de seriedade e ação. Em seus textos, a experiência é tanto cerebral quanto emocional, convidando o leitor a refletir sobre ciência, tecnologia e poder enquanto acompanha tramas envolventes. Navegar pelo catálogo de Neal Stephenson é explorar universos onde o detalhe minucioso e a visão panorâmica coexistem.

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    Sobre a editora

    Os livros da editora Tinta da China costumam oferecer uma experiência de leitura que combina rigor intelectual com uma voz acessível, muitas vezes marcada por um tom próximo e até humorístico. O catálogo revela uma predileção por obras que exploram temas históricos e políticos com profundidade, como a análise crítica do colonialismo português ou a reflexão sobre regimes autoritários, sempre com um olhar que convida à reflexão. Há também espaço para narrativas pessoais e coletâneas que trazem à tona vozes marginalizadas, como as de mulheres viajantes ou ativistas contemporâneos, o que amplia o alcance da editora para leitores interessados em histórias de resistência e transformação social. A linguagem varia entre o lírico e o seco, o ensaístico e o narrativo, com textos que transitam entre o humor e a seriedade, a crônica e o estudo, o que sugere um catálogo plural, porém coerente em sua busca por provocar o pensamento e o envolvimento do leitor.

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