
Título: O Rei Preto de Ouro Preto
Autor: Sylvia Orthof
Sinopse: LIBERDADE, IGUALDADE… MESMO TARDE! Com muita sensibilidade, Sylvia Orthof conta a história do O rei preto de Ouro Preto. Em versos, que rimam com liberdade. A autora constrói o texto sobre o rei negro, traído pelos brancos, aprisionado junto com seu povo e trazido para o Brasil para ser escravo, trabalhar de sol a sol, ganhando apenas chicotadas. O nobre escravo/ Trabalhou em tantas minas,/ colheu ouro pros patrões,/ todos brancos, alvoroçados/ com tanto ouro e riqueza./ Malvadeza! Ao falar ao líder negro Chico rei, Sylvia Orthof fala principalmente do sonho de liberdade de todos os africanos escravizados e exalta aqueles que lutaram todo o tempo, mantendo sua mente jamais escravizada, até, finalmente, conseguirem a tão sonhada liberdade. Indo mais além, a escritora permite que a criança reflita a respeito da opressão, do preconceito, enfim, das formas de desvalorização da vida que ainda existem no mundo.
Contexto da obra
Na ficção infantil, livros como este costumam ter um papel importante na aproximação da criança com a leitura. “O Rei Preto de Ouro Preto”, de Sylvia Orthof, publicado pela editora Global Editora, em 2003 e com 24 páginas, integra a categoria Livros de Ficção Infantil. Por isso, o valor do livro costuma aparecer tanto na história quanto no vínculo de leitura que ele ajuda a criar.
Editora: Global Editora
Páginas: 24
Ano: 2003
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8526008757
ISBN13: 9788526008755
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,110
- Altura (cm): 26,00
- Largura (cm): 18,00
- Espessura (cm): 0,10
Sobre a editora
Os livros da editora Global Editora apresentam uma diversidade que vai do resgate da literatura oral e folclórica brasileira a narrativas que exploram a complexidade das relações humanas e sociais. O catálogo traz desde histórias infantis que estimulam a imaginação e o aprendizado, com vocabulário acessível e ilustrações cuidadosas, até textos que abordam temas densos como o horror do fascismo e a luta pela memória histórica. A linguagem varia entre o poético e o didático, com obras que dialogam tanto com o público jovem quanto com leitores interessados em antropologia, educação e literatura crítica. Essa pluralidade cria um ritmo editorial que ora convida à fantasia e ao encantamento, ora instiga reflexões profundas sobre identidade, cultura e convivência.
