
Título: O Rei Que Espionou Napoleão
Autor: Val Beauchamp
Sinopse: Um importante período da História do Brasil e de Portugal, em narrativa ágil, plena de episódios, abarca as últimas décadas do século XVIII até a primeira metade do século XIX. Lucas, o camponês vinhateiro, criado palaciano, narra os fatos, a partir dos vinhedos do Douro, das ogivas em estilo "gótico manuelino" de igrejas e mosteiros, as alegrias, pesares e intrigas ao redor de várias gerações da família real portuguesa, nas entrelinhas onde perpassam as colorações e os aromas do vinho do Porto. A sombra de Bonaparte pairando sobre a Europa, a iminência de anexação de Portugal aos vastos domínios conquistados pelo corso, a luz esperançosa representada pelo Brasil, ensejaram uma viagem estratégica e apressada. Surpreendente manobra do príncipe-regente, D. João, uma vitória sobre o imperador francês, que outros reis não lograram impor. A autora segue pelos meandros de um significativo romance histórico e apresenta, com a elegância de seu estilo, algumas filigranas de uma artimanha política sofisticada e que asseguraria a permanência da dinastia de Bragança, em Portugal e no Brasil.
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “O Rei Que Espionou Napoleão”, de Val Beauchamp, publicado pela editora Thesaurus e em 2009, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: Thesaurus
Páginas:
Ano: 2009
Edição:
Linguagem: pt-br
ISBN: 9788570628237
ISBN13: 9788570628237
Sobre a editora
Os livros da editora Thesaurus oferecem uma experiência de leitura marcada por uma diversidade que vai do romance psicológico e ficção contemporânea até análises profundas de literatura e estudos acadêmicos. O catálogo sugere um equilíbrio entre obras narrativas que exploram conflitos pessoais e sociais, e textos mais densos, como ensaios filosóficos, históricos e teológicos. Em muitos casos, a linguagem é cuidada, com vocabulário preciso e estrutura que privilegia tanto o aspecto emocional quanto o intelectual, convidando o leitor a reflexões que ultrapassam o texto imediato. A variedade de temas inclui desde questões existenciais e culturais até técnicas específicas, como taquigrafia, e debates sobre política, religião e linguística. Essa amplitude indica um público leitor que valoriza tanto a profundidade conceitual quanto a narrativa envolvente, com obras que podem ser desafiadoras ou acessíveis, dependendo do enfoque.
