
Título: O Rei Que Mora No Mar
Autor: Ferreira Gullar
Sinopse: A lenda da Praia dos Lençóis, no Maranhão, em que D. Sebastião (1554-1578), mítico rei de Portugal, transformado em um touro negro encantado vive no fundo do mar, é narrada em versos por Ferreira Gullar. Nasceu em São Luís do Maranhão e, mesmo tendo vivido a partir dos 21 anos no Rio de Janeiro, sua cidade natal é um elemento forte em sua produção poética. Dizem que, se a noite é feia,/ qualquer um pode escutar/ o touro a correr na areia/ até se perder no mar,/ onde vive em um palácio / feito de seda e ouro. Mas todo encanto se acaba/ se alguém enfrentar o touro. Com a publicação desse poema pela Global Editora na Coleção Magias Infantil, ilustrado pelos traços de Rogério Borges, o jovem leitor tem a oportunidade de conhecer um dos maiores poetas da nossa literatura e sensibilizar-se com um aspecto da nossa herança cultural.
Contexto da obra
Na ficção infantil, livros como este costumam ter um papel importante na aproximação da criança com a leitura. “O Rei Que Mora No Mar”, de Ferreira Gullar, publicado pela editora Global Editora, em 2001 e com 16 páginas, integra a categoria Livros de Ficção Infantil. Por isso, o valor do livro costuma aparecer tanto na história quanto no vínculo de leitura que ele ajuda a criar.
Editora: Global Editora
Páginas: 16
Ano: 2001
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8526007084
ISBN13: 9788526007086
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,920
- Altura (cm): 26,00
- Largura (cm): 20,00
- Espessura (cm): 0,10
Sobre a editora
Os livros da editora Global Editora apresentam uma diversidade que vai do resgate da literatura oral e folclórica brasileira a narrativas que exploram a complexidade das relações humanas e sociais. O catálogo traz desde histórias infantis que estimulam a imaginação e o aprendizado, com vocabulário acessível e ilustrações cuidadosas, até textos que abordam temas densos como o horror do fascismo e a luta pela memória histórica. A linguagem varia entre o poético e o didático, com obras que dialogam tanto com o público jovem quanto com leitores interessados em antropologia, educação e literatura crítica. Essa pluralidade cria um ritmo editorial que ora convida à fantasia e ao encantamento, ora instiga reflexões profundas sobre identidade, cultura e convivência.
