
Título: O Reino do Amanhã
Autor: J. G. Ballard
Sinopse: Richard Pearson, um publicitário desempregado, chega de Londres ao subúrbio de Brooklands para enterrar seu pai, morto por uma bala aparentemente perdida no grande shopping center local, o Metro-Centre. Ao investigar as circunstâncias da morte do pai, Pearson descobre aos poucos uma situação complexa e incômoda. A vida da cidade gira em torno do Metro-Centre, enorme catedral do consumo que conta com hotéis, clubes esportivos, praia com ondas artificiais e até um canal de tevê a cabo. É o Metro-Centre que irradia a ideologia da população local, altamente consumista e xenófoba. Nesse caldo de cultura, Pearson detecta a emergência de um novo fascismo, que se manifesta nos ataques violentos, disfarçados de hooliganismo esportivo, contra imigrantes asiáticos e do leste europeu. A apoteose do consumo, as pulsões agressivas canalizadas pela publicidade, as tensões étnicas e nacionais, tudo parece conduzir a um conflito social de grandes proporções. Ao mesmo tempo ator e vítima desse processo, o protagonista narra os fatos oscilando entre o cinismo e a perplexidade. "Um dos escritores mais importantes da atualidade." - Susan Sontag "Ninguém é capaz de escrever ou imaginar livros como os de Ballard." - Martin Amis
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “O Reino do Amanhã”, de J. G. Ballard, publicado pela editora Companhia das Letras, em 2009 e com 368 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: Companhia das Letras
Páginas: 368
Ano: 2009
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 853591370X
ISBN13: 9788535913705
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,454
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 2,00
Sobre a editora
Os livros da editora Companhia Das Letras oferecem uma experiência de leitura que varia entre o íntimo e o social, com narrativas que exploram conflitos familiares, questões históricas e políticas, além de temas contemporâneos como violência e memória. O catálogo privilegia obras que mesclam profundidade psicológica e crítica social, apresentando personagens complexos e ambientes que vão do Brasil urbano à paisagem natural, passando por contextos históricos e culturais diversos. Há um equilíbrio entre textos mais narrativos, como romances e contos, e obras informativas ou ensaísticas que dialogam com a história, política e ciências sociais. O tom pode ser tanto reflexivo e melancólico quanto ágil e envolvente, com ritmo que ora convida à contemplação, ora mantém a tensão do suspense.
