
Título: O Relato Do Peregrino
Autor: Inácio De Loyola
Sinopse: Alguns jesuítas de Roma pediam a Santo Inácio que lhes deixasse um testamento espiritual em forma de relato, pelo grande bem que isso resultaria para toda a Companhia de Jesus. Ele custou a decidir-se. Mas um dia pareceu-lhe que tal desejo vinha de Deus, chamou o Pe. Luís Gonçalves da Câmara, em quem depositava muita confiança, e começou a contar-lhe toda sua vida. Entre 1553 e 1555, enquanto ambos passeavam, Inácio narrava sua história e Gonçalves da Câmara ouvia atentamente. Quando voltava ao quarto, o ouvinte, homem de prodigiosa memória, escrevia os pontos principais da narração; à primeira oportunidade, estendia o relato com as próprias expressões do Santo. Parece certo que Inácio não quis ditar uma autobiografia, mas dizer algo que servisse de testamento e ensino para seus companheiros. Ler O Relato do Peregrino como um testamento é um guia seguro para sua compreensão. Eis um testemunho eloquente do que a graça de Deus pode fazer com pobres instrumentos humanos e da fidelidade a essa graça por parte desse coração generoso que foi Inácio de Loyola.
Contexto da obra
Na área de Religião, livros como este costumam ser lidos em diálogo com tradição, formação e reflexão. “O Relato Do Peregrino”, de Inácio De Loyola, publicado pela editora Edições Loyola, em 2006 e com 120 páginas, integra a categoria Livros de Religião. Esse contexto costuma tornar mais claro o lugar do livro dentro de leituras religiosas mais amplas.
Editora: Edições Loyola
Páginas: 120
Ano: 2006
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8515033577
ISBN13: 9788515033577
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,150
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 0,80
Sobre a editora
Os livros da editora Edições Loyola convidam o leitor a uma imersão em temas ligados à filosofia, teologia e espiritualidade, com abordagens que transitam entre o rigor acadêmico e a linguagem acessível. O catálogo privilegia obras que exploram a reflexão ética, a experiência religiosa e o pensamento crítico, muitas vezes ancorados em tradições cristãs e no diálogo com a cultura contemporânea. A leitura desses textos costuma exigir atenção ao desenvolvimento de argumentos densos, mas é também marcada por momentos de clareza didática e por um tom contemplativo. Há obras que apresentam compêndios clássicos, como tratados teológicos, e outras que adotam um estilo quase poético para discutir a condição humana e a fé.
