
Título: O retrato do rei
Autor: Ana Miranda
Sinopse: Depois do êxito do romance Boca do inferno - mais de cinqüenta semanas na lista dos mais vendidos e direitos de publicação adquiridos em treze países -, Ana Miranda volta a abordar com os recursos da ficção outro episódio do nosso passado. O retrato do rei é a narrativa da Guerra dos Emboabas, na qual paulistas e portugueses se defrontaram, no início do século XVIII, pelo controle da região do ouro nas Minas Gerais. No centro desta empolgante história, paira o mistério do desaparecimento do retrato de d. João V, a única coisa que talvez pudesse ter evitado o colapso da ordem e o derramamento de sangue."Ana Miranda consegue retratar essa luta, e envolver o leitor, através de uma linguagem simples e agradável, num quadro que se situa no século XVIII, mas que em boa parte poderia ser intemporal - cupidez, violência, corrupção e arrogância não são privilégio de uma época... É um livro que merece ser lido, e que certamente há de ser lido com prazer."José E. Mindlin
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “O retrato do rei”, de Ana Miranda, publicado pela editora Companhia das Letras, em 1991 e com 376 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: Companhia das Letras
Páginas: 376
Ano: 1991
Edição: First Edition
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8571641900
ISBN13: 9788571641907
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,444
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 2,00
Sobre a editora
Os livros da editora Companhia Das Letras oferecem uma experiência de leitura que varia entre o íntimo e o social, com narrativas que exploram conflitos familiares, questões históricas e políticas, além de temas contemporâneos como violência e memória. O catálogo privilegia obras que mesclam profundidade psicológica e crítica social, apresentando personagens complexos e ambientes que vão do Brasil urbano à paisagem natural, passando por contextos históricos e culturais diversos. Há um equilíbrio entre textos mais narrativos, como romances e contos, e obras informativas ou ensaísticas que dialogam com a história, política e ciências sociais. O tom pode ser tanto reflexivo e melancólico quanto ágil e envolvente, com ritmo que ora convida à contemplação, ora mantém a tensão do suspense.
