
Título: O Rio da Consciencia
Autor: Oliver Sacks
Sinopse: Oliver Sacks nunca se restringiu a escrever sobre neurologia ou medicina: ele se entusiasmava com os problemas, as ideias e as questões de todas as áreas do conhecimento. Esse domínio e paixão abrangentes são reconhecíveis em O rio da consciência, o último livro a ser preparado sob sua supervisão. Nele, Sacks discorre sobre evolução, botânica, química, medicina, neurociência e artes. O escritor evoca seus grandes heróis científicos e criativos, como Darwin, Freud e William James. Tal qual Darwin, ele era um observador perspicaz e se comprazia em coletar exemplos, muitos dos quais extraídos de sua volumosa correspondência trocada com pacientes e colegas. Tal qual Freud, ele tinha o anseio de entender o comportamento humano em seus aspectos mais enigmáticos. E tal qual James, mesmo quando o tema de Sacks é teórico — como em suas investigações sobre tempo, memória e criatividade —, sua atenção permanece nas especificidades da experiência.
Contexto da obra
Na área de Ciências, livros como este costumam ganhar relevância por seu papel informativo e formativo. “O Rio da Consciencia”, de Oliver Sacks, publicado pela editora Companhia das Letras, em 2017 e com 184 páginas, integra a categoria Livros de Ciências. Na prática, isso ajuda a situar melhor a obra entre leitura formativa, consulta e apoio ao estudo.
Editora: Companhia das Letras
Páginas: 184
Ano: 2017
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8535930027
ISBN13: 9788535930023
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,222
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 1,10
Sobre a editora
Os livros da editora Companhia Das Letras oferecem uma experiência de leitura que varia entre o íntimo e o social, com narrativas que exploram conflitos familiares, questões históricas e políticas, além de temas contemporâneos como violência e memória. O catálogo privilegia obras que mesclam profundidade psicológica e crítica social, apresentando personagens complexos e ambientes que vão do Brasil urbano à paisagem natural, passando por contextos históricos e culturais diversos. Há um equilíbrio entre textos mais narrativos, como romances e contos, e obras informativas ou ensaísticas que dialogam com a história, política e ciências sociais. O tom pode ser tanto reflexivo e melancólico quanto ágil e envolvente, com ritmo que ora convida à contemplação, ora mantém a tensão do suspense.
