
Título: O Rouxinol e o Imperador da China
Autor: Hans Christian Andersen
Sinopse: Mais uma narrativa de Hans Christian Andersen, adaptada por Cecilia R. Lopes, com ilustrações de Cláudia Scatamacchia. A história versa sobre a amizade entre um rouxinol e o imperador da China. Este desconhecia a existência do pássaro. Descobre-o ao receber um livro de presente no qual está escrito que a maior beleza de seu reino era o canto do rouxinol. Surpreendido, ordenou que o procurassem. O rouxinol encantou tanto que fez o imperador chorar. Depois de um tempo, ele recebeu de presente um sofisticadíssimo rouxinol mecânico. Diante do sucesso do outro, o rouxinol é expulso do palácio. Todas as noites o rouxinol artificial cantava, até que um dia quebrou. Consertado, só poderia cantar uma vez ao ano. Depois de alguns anos, o imperador adoeceu. Em uma noite, sentiu que a morte se aproximava. Então, uma linda canção quebrou o silêncio. Era o rouxinol de verdade pousado num galho lá fora. Ouvira falar da doença do imperador e viera oferecer esperança e conforto com seu canto.
Contexto da obra
Na ficção infantil, livros como este costumam ter um papel importante na aproximação da criança com a leitura. “O Rouxinol e o Imperador da China”, de Hans Christian Andersen, publicado pela editora Global Editora, em 2005 e com 24 páginas, integra a categoria Livros de Ficção Infantil. Por isso, o valor do livro costuma aparecer tanto na história quanto no vínculo de leitura que ele ajuda a criar.
Editora: Global Editora
Páginas: 24
Ano: 2005
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8526009257
ISBN13: 9788526009257
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,150
- Altura (cm): 28,00
- Largura (cm): 23,00
- Espessura (cm): 0,10
Sobre a editora
Os livros da editora Global Editora apresentam uma diversidade que vai do resgate da literatura oral e folclórica brasileira a narrativas que exploram a complexidade das relações humanas e sociais. O catálogo traz desde histórias infantis que estimulam a imaginação e o aprendizado, com vocabulário acessível e ilustrações cuidadosas, até textos que abordam temas densos como o horror do fascismo e a luta pela memória histórica. A linguagem varia entre o poético e o didático, com obras que dialogam tanto com o público jovem quanto com leitores interessados em antropologia, educação e literatura crítica. Essa pluralidade cria um ritmo editorial que ora convida à fantasia e ao encantamento, ora instiga reflexões profundas sobre identidade, cultura e convivência.
