
Título: O selvagem da ópera
Autor: Rubem Fonseca
Sinopse: Quatro anos após lançar Agosto, romance em que mesclava história e ficção para narrar os acontecimentos do mês em que Getulio Vargas se suicidou, Rubem Fonseca volta a enfocar um personagem histórico, o célebre compositor brasileiro do século XIX, Antônio Carlos Gomes, autor de óperas como O guarani e Fosca. O romance descreve a partida do compositor de Campinas para o Rio de Janeiro de d. Pedro II, e depois para a Itália, onde encontraria a glória e o fracasso. Vemos, na capital brasileira e no país da ópera, como se constroem e destroem reputações, mas também como um jovem "selvagem", vindo dos trópicos, pode levar sua mistura de música erudita e brasilidade à altura dos maiores nomes da época.Escrito como um estudo para a roteirização de um filme sobre Carlos Gomes, em O selvagem da ópera, como ressaltou Antonio Callado, temos presentes "tanto o Brasil operístico do Segundo Reinado como a sonora Itália do período áureo de Verdi, Wagner (Lohengrin, vaiado no Scala) e Giacomo Puccini". Rubem Fonseca ao mesmo tempo retrata o ambiente artístico do século XIX e narra a história de sucesso e tragédia do principal compositor de óperas brasileiro.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “O selvagem da ópera”, de Rubem Fonseca, publicado pela editora Nova Fronteira, em 2011 e com 260 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Nova Fronteira
Páginas: 260
Ano: 2011
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8520929419
ISBN13: 9788520929414
Sobre a editora
A leitura dos livros da editora Nova Fronteira revela um equilíbrio entre obras literárias densas e textos acessíveis, com atenção especial à qualidade da tradução e ao cuidado editorial. O ritmo das narrativas varia bastante, desde a fluidez envolvente de romances clássicos até o humor sutil e a leveza da poesia e das crônicas. O catálogo sugere uma preferência por histórias que exploram conflitos internos, dilemas pessoais e contextos históricos, muitas vezes com um tom reflexivo ou crítico, mas que também pode se abrir para o lúdico e o fantástico. A diversidade de formatos inclui desde ensaios e análises literárias até graphic novels e livros infantis ilustrados, o que amplia o alcance para diferentes públicos e estilos de leitura.
