
Título: O Senhor Presidente
Autor: Miguel Ángel Asturias
Sinopse: O Senhor Presidente - Classificado por Pablo Neruda como "um livro genial", é um dos grandes romances do nosso tempo. Segundo o crítico francês André Bay, "Senhor Presidente nos introduz num universo que embora seja barroco e absurdo não é menos realista e lógico. É uma espécie de pátio dos milagres de um grande monumento azteca, feito com carne e polpa de miséria humana. Conheço poucos livros tão carregados de sofrimento, poucos em que o horror esteja pintado com tanto gênio, mas que ao mesmo tempo deixa lugar ao poético." Miguel Ángel Asturias Rosales (Cidade da Guatemala, 19 de Outubro de 1899 — Madrid, 9 de Junho de 1974) foi um escritor e diplomata guatemalteco. Em 1965 foi-lhe atribuído o Prêmio Lenin da Paz e em 1967 o Nobel de Literatura. Em sua célebre novela "O Senhor Presidente" (El señor Presidente - 1946), retrata um típico ditador latino-americano com cores grotescas e burlescas, trespassando um forte conteúdo ético e social em que a morte e a injustiça se encontram presentes.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “O Senhor Presidente”, de Miguel Ángel Asturias, publicado pela editora Bibliotex Editor (Diário de Notícias), em 2003 e com 320 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Bibliotex Editor (Diário de Notícias)
Páginas: 320
Ano: 2003
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN: 8496180417
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora Bibliotex Editor (Diário de Notícias) costumam mergulhar em narrativas densas, que exploram conflitos humanos profundos e dilemas existenciais, muitas vezes ambientados em contextos históricos ou sociais marcantes. A leitura desses textos traz um clima de tensão e reflexão, com personagens que enfrentam crises internas e externas, desde a transformação de comunidades até o embate entre razão e fé. O tom varia entre o irônico e o dramático, com uma linguagem que pode ser tanto direta quanto carregada de simbolismo. O catálogo revela uma preferência por histórias que desafiam o leitor a pensar sobre a natureza humana, a justiça e a identidade, com ritmo que ora é mais introspectivo, ora se torna mais intenso e envolvente.
