
Título: O Significado da Consciência
Autor: Charles P. Siewert
Sinopse: Este volume apresenta uma abordagem à consciência e enfatiza o nosso conhecimento na primeira-pessoa discutindo a experiência que devemos conceder à consciência, enquanto compreendida desta forma: um lugar central entre a nossa concepção de mente e a intencionalidade. Esta obra desafia as teorias que igualam a consciência a um papel funcional ou a uma mera disponibilidade da informação sensorial às capacidades cognitivas. Neste livro discute-se entre a noção de consciência fenomenal, que pode ser tornada evidente salientando a nossa ligação ao conhecimento na primeira-pessoa, e o considerar, de um ponto de vista oposto, a diferença entre ter e não ter determinados tipos de experiência no conhecimento na primeira-pessoa. Este contraste é esclarecido pela atenção aos casos, reais e hipotéticos, indicados pela investigação efetuada, pelo autor, sobre a habilidade dos pacientes com lesões cerebrais poderem discriminar visualmente, sem experiência visual, o consciente - o que se tornou conhecido como o "blindsight". Esta obra defende tais aproximações, indo contra às objecções que fazem o apelo ilegítimo da introspecção. Charles P. Siewert é professor catedrático de Filosofia na Universidade de Miami, EUA.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “O Significado da Consciência”, de Charles P. Siewert, publicado pela editora Instituto Piaget, em 2004 e com 492 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Instituto Piaget
Páginas: 492
Ano: 2004
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN: 9789727717224
ISBN13: 9789727717224
Sobre a editora
A leitura dos livros da editora INSTITUTO PIAGET convida a uma reflexão profunda sobre temas filosóficos, sociológicos e científicos, com foco em conceitos como personalidade, modernidade, ética e desenvolvimento humano. O ritmo das obras tende a ser denso e argumentativo, privilegiando análises detalhadas e abordagens teóricas que dialogam com a história do pensamento e questões contemporâneas. As narrativas são predominantemente ensaísticas, com textos que exploram desde a infância até a velhice, passando por debates sobre a modernidade, ciência e educação. O catálogo apresenta um perfil que mescla obras mais conceituais e outras com aplicação prática, como no campo da educação ou da psicanálise, sempre com linguagem acessível ao público interessado em aprofundar o conhecimento.
