
Título: O Sino da Islândia
Autor: Halldór Laxness
Sinopse: Pela primeira vez traduzido para o português, este livro foi aclamado como uma das obras maiores do prémio nobel Halldór Laxness. No final do século XVII, o emissário e carrasco do rei da Dinamarca confisca o sino de Þingvellir, velho símbolo da independência islandesa, com ordens para o desmantelar em peças e para o levar até Copenhaga. Jón Hreggviðsson, um agricultor pobre e rude, condenado pela justiça por ser um ladrão de cordas, é acusado do seu homicídio. A história de Jón cruzar-se-á com a de Arnas Arnæus, um bibliotecário islandês, assessor do rei da Dinamarca, que percorre o seu país para encontrar os fragmentos desaparecidos da Edda em verso - os poemas épicos fixados no século XIII, e com a de Snæfríður, a filha do magistrado que viria a condenar Jón. Marcado por uma narrativa arrebatadora a cada página, «O sino da Islândia» é, ao mesmo tempo, uma impressionante saga e uma homenagem à tradição heróica islandesa, usando como cenário conflitos reais ocorridos de 1650 a 1790 entre a potência dinamarquesa e a oprimida colónia islandesa.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “O Sino da Islândia”, de Halldór Laxness, publicado pela editora Cavalo de Ferro, em 2012 e com 448 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Cavalo de Ferro
Páginas: 448
Ano: 2012
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 9896231648
ISBN13: 9789896231644
Sobre a editora
Os livros da editora Cavalo de Ferro apresentam uma leitura marcada por narrativas densas e envolventes, muitas vezes ambientadas em contextos históricos ou geográficos rigorosos, como a Islândia do início do século XX ou a selva amazônica. As histórias costumam explorar conflitos profundos — seja a luta pela independência pessoal, o confronto com regimes totalitários ou as tensões familiares em sociedades em transformação. O tom varia entre o épico e o intimista, com ritmo que pode alternar entre a tensão dramática e momentos de reflexão filosófica, sempre com uma prosa que valoriza a construção cuidadosa do ambiente e dos personagens. O catálogo revela uma predileção por obras que desafiam o leitor a navegar entre realismo e elementos fantásticos, além de textos que abordam temas políticos e sociais com rigor e complexidade.
