
Título: O Sono dos Hibiscos
Autor: Lygia Barbiére Amaral
Sinopse: Fascinante história contando as aventuras de um jovem em estado de coma e sua relação com o mundo espiritual pelo dsprendimento do corpo físico. Extraordinária fidelidade doutrinária no romance escrito por uma roteirista. Será que alguém pode voltar à vida depois de quase 19 anos em coma? Marília, a antiga namorada de Conrado, acreditava que sim Lauro, o pai do rapaz, também. Eles só não sabiam que a vontade de Conrado era o fator mais importante para que isto acontecesse. Romance que transita pelo universo das UTIs, das experiências de morte e de quase-morte, dos casos de coma prolongado e das questões que usualmente acompanham tais situações, sempre equilibrando suas personagens sobre o tênue e desconcertante fio que serve de divisa entre o que costumamos chamar de vida e morte. Com toda certeza, você também vai se apaixonar por mais esta instigante trama de Lygia Barbiére Amaral.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “O Sono dos Hibiscos”, de Lygia Barbiére Amaral, publicado pela editora Lachâtre, em 2006 e com 352 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Lachâtre
Páginas: 352
Ano: 2006
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8588877368
ISBN13: 9788588877368
Sobre a editora
Os livros da editora Lachatre convidam o leitor a uma imersão em narrativas que mesclam história, espiritualidade e reflexões filosóficas, frequentemente ancoradas no espiritismo. A experiência de leitura é marcada por um tom que oscila entre o didático e o narrativo, com obras que vão desde análises críticas e argumentações densas até romances que transportam para épocas históricas específicas, como a Revolução Francesa ou o período de Jesus Cristo. O catálogo sugere uma atenção especial a temas como mediunidade, reencarnação, fenômenos paranormais e a relação entre ciência e espiritualidade, sempre com uma linguagem que pode ser tanto rigorosa quanto acessível. Além disso, há uma presença constante de conflitos internos e dilemas morais, que dão ritmo e tensão às histórias e ensaios.
