
Título: O SUOR QUE SUCEDE A FEBRE
Autor: Felipe Ribeiro
Sinopse: O suor que sucede a febre é uma obra que se tornou em si mesma um prenúncio. Escrita ao longo de 05 anos, estava pronta para seu lançamento no início de 2020 quando veio a pandemia. De modo que no decorrer de 03 atos, como numa obra teatral, o poeta Felipe Ribeiro extrapola os limites do corpo e de suas febres: a febre da luta, a febre da alma, a febre do corpo. Os vírus, alguns simbólicos outros reais, foram somados a um novo que suplantou nossos piores temores. Já o suor, que acompanha ou aparece depois da febre, é um expurgo e, como nas palavras da poeta e crítica literária Priscila Branco, que assina a orelha, "o livro se constrói nessa passagem da doença para o delírio, e do delírio para os pés no chão, embrulhando-se nesse ciclo de morte e renascimento".
Contexto da obra
Na poesia, um livro como este costuma pedir um olhar mais atento para linguagem, ritmo e imagem. “O SUOR QUE SUCEDE A FEBRE”, de Felipe Ribeiro, publicado pela editora Cândido, em 2021 e com 148 páginas, integra a categoria Livros de Poesia. Na prática, a força do livro muitas vezes aparece no modo como ele faz a linguagem trabalhar.
Editora: Cândido
Páginas: 148
Ano: 2021
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 658760210X
ISBN13: 9786587602103
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,175
- Altura (cm): 19,00
- Largura (cm): 13,00
- Espessura (cm): 0,80
Sobre a editora
Os livros da editora Candido apresentam uma variedade de temas que transitam entre o real e o imaginário, com narrativas que ora exploram mistérios históricos e fantásticos, ora se aprofundam em questões sociais e culturais contemporâneas. As obras costumam trazer um tom reflexivo e, em muitos casos, um ritmo que combina relatos pessoais, investigações e crônicas, oferecendo ao leitor uma experiência que pode ser tanto envolvente quanto informativa. O catálogo indica uma atenção especial a histórias que dialogam com tradições culturais brasileiras, como o Carnaval e o folclore, mas também com temas globais e tecnológicos, como a transformação digital e a inteligência artificial. Há espaço para textos que exploram a memória, a identidade e as relações humanas, seja por meio da poesia, do teatro ou da biblioterapia, sugerindo um olhar plural e sensível sobre o mundo.
