
Título: O Surrealismo
Autor: Sarane Alexandrian
Sinopse: Desde o seu nascimento, o Surrealismo esteve presente que não queria ser uma doutrina, um sistema. A sua ambição, ao mesmo tempo mais elevada e mais decisiva, foi promover uma "forma nova de sensibilidade" orientada para os movimentos secretos da alma, para todos os lugares interditos da paixão e do imaginário. Na medida em que colocava a poesia no centro de tudo, o Surrealismo não podia deixar de se servir da arte como de um meio próprio para torná-la visível e palpável. A sua influência sobre a nossa época é de extrema importância e só agora se está a começar avaliar a sua verdadeira amplitude. Um autor como Sarane Alexandrian, que foi amigo de Breton, mas também de pintores como Magritte e Picabia, estava particularmente indicado para traçar as etapas de uma experiência do género e precisar seu enorme contributo em todos os domínios da criação artística: pintura, arquitectura, e também colagens, assemblages e objectos. Modelo insubstituível para todos os que vêem na arte não a procura de uma estética, mas o uso dos estados inefáveis do ser e dos mistérios do universo, o Surrealismo permanece vivo e a sua actualidade é de sempre.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “O Surrealismo”, de Sarane Alexandrian, publicado pela editora Verbo, em 1976 e com 280 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Verbo
Páginas: 280
Ano: 1976
Edição:
Linguagem: português
ISBN:
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Sobre a editora
Os livros da editora Verbo apresentam uma leitura que transita entre o didático e o narrativo, com obras que vão desde a literatura infantil até estudos históricos detalhados. O catálogo traz personagens marcantes que questionam o mundo com humor e crítica, como uma menina reguila que expõe os absurdos da humanidade, além de narrativas juvenis de fantasia e suspense com ritmo envolvente. Também há espaço para obras de referência em história e literatura, que oferecem análises profundas e contextualizadas, muitas vezes acompanhadas de mapas, índices e ilustrações. Essa diversidade sugere um equilíbrio entre textos para entretenimento e para estudo, com uma linguagem acessível, mas que não abre mão da densidade informativa.
