
Título: O teatro da discórdia
Autor: J. P. Koltermann
Sinopse: Este livro é para o perdido e deslocado, para aquele esvaziado e esquecido do próprio caminho. É para aquele em fase confusa, na desordem precedente de um encontro e de uma nova trilha. Caído de um muro e perdido no deserto, Neve precisou encontrar um rumo. Atim, dono do Teatro da Discórdia, contou que Neve buscou participar de seu teatro, mas não tinha qualquer competência para a arte ou para o roubo e, assim, não teve nenhuma utilidade. Gustav, amigo de Atim, contou a história deste menino traiçoeiro, que se apaixonou pela filha do dono do teatro e o traiu de diferentes formas, mantendo-o em uma cela fria e rachada. Por fim, Nair contou sobre um menino que encontrou perdido no caminho e que, apesar de chato e confuso, brigou e resmungou o suficiente para sobreviver ao deserto. As histórias, em paralelo, abrem, misturam e fecham diversos sonhos contraditórios que nos contam deste Neve, que é incapaz de narrar a própria história.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “O teatro da discórdia”, de J. P. Koltermann, publicado pela editora Novos Ases, em 2023 e com 268 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Novos Ases
Páginas: 268
Ano: 2023
Edição:
Linguagem: português
ISBN:
ISBN13: 9786554282673
Sobre a editora
Os livros da editora Novos Ases costumam explorar narrativas que transitam entre a intimidade dos sentimentos e a complexidade das relações humanas, frequentemente ancoradas em contextos brasileiros. A leitura revela um catálogo que mescla poesia reflexiva, com temas como amadurecimento, dor e esperança, e ficções que abordam desde dramas familiares até aventuras com elementos fantásticos e distópicos. O tom varia entre o contemplativo e o tenso, com personagens que enfrentam dilemas pessoais, sociais e até sobrenaturais, em ambientes que vão da cidade contemporânea a mundos imaginários. Há obras que privilegiam uma linguagem simples e direta, enquanto outras se aprofundam em atmosferas densas e misteriosas, criando um ritmo que ora convida à pausa, ora acelera a tensão narrativa. Essa diversidade sugere um interesse editorial em histórias que dialogam tanto com leitores que buscam emoção e introspecção quanto com aqueles que preferem enredos mais dinâmicos e cheios de suspense.
