
Título: O Tempo em Marte
Autor: Philip K. Dick
Sinopse: O ano é 1994 e a humanidade finalmente chegou a Marte. As pessoas da Terra lutam para se estabelecer em um mundo árido e inóspito enquanto a ONU decide o futuro da colonização. O técnico de manutenção Jack Bohlen está há dez anos no planeta vermelho e leva uma vida rotineira até se envolver nos planos de um inescrupuloso líder sindical, que usa de sua influência e de seu dinheiro para ganhar vantagens em seus negócios em Marte. Esse homem ardiloso contrata Bohlen para ajudá-lo a se comunicar com um garoto esquizofrênico e introspectivo que parece ter a habilidade de prever o futuro. O tempo em Marte, de Philip K Dick, é uma trama de poder e ambição que questiona os valores humanos e a natureza da realidade.
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “O Tempo em Marte”, de Philip K. Dick, publicado pela editora Editora Aleph, em 2020 e com 320 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: Editora Aleph
Páginas: 320
Ano: 2020
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8576574748
ISBN13: 9788576574743
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,400
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 1,00
Sobre a editora
Os livros da editora Editora Aleph costumam transportar o leitor para universos amplos e detalhados, onde a ficção científica e a especulação científica se entrelaçam com questões filosóficas e sociais. A experiência de leitura varia entre narrativas épicas de expansão humana pelo espaço e histórias que exploram dilemas éticos, tecnológicos e existenciais, muitas vezes com ritmo dinâmico e personagens complexos. O catálogo também inclui obras que mesclam ciência e espiritualidade, além de textos que abordam o turismo e a sustentabilidade sob uma perspectiva prática e teórica. Há títulos que combinam uma prosa envolvente com temas como inteligência artificial, política interplanetária e crises pessoais em cenários futuristas, além de obras que apresentam uma linguagem mais lírica e reflexiva. Essa diversidade sugere uma editora que privilegia tanto o rigor conceitual quanto a imaginação criativa.
