
Título: O tempo, esse grande escultor
Autor: Marguerite Yourcenar
Sinopse: Sob o título 'O Tempo esse Grande Escultor', Marguerite Yourcenar juntou ensaios muito diversos e na sua maioria recentes, onde dominam alguns dos seus temas preferidos: a história – com páginas consagradas ao advento do cristianismo em Inglaterra; a arte – através dos textos sobre a pintura de Dürer; ou a militância energética em prol do respeito pela Natureza. Mas a autora não deixa de lado o mundo moderno e dá-nos conta das suas reflexões sobre «a sinistra facilidade de morrer» que sentiram aqueles que, nos anos setenta, se imolaram pelo fogo em sinal de protesto. O gosto de Yourcenar pelas civilizações orientais exprime-se através de estudos sobre «a nobreza da derrota» dos guerreiros japoneses, sobre o erotismo da Índia medieval ou o budismo Tântrico. A escritora refere-se também ao seu próprio trabalho explicando, por exemplo, o método rigoroso exigido pelo romance histórico. Estes ensaios formam um conjunto heterogéneo que é, no seu todo, uma reflexão sobre o passado e o presente, o gosto pela arte e pela meditação sobre a vida. O pensamento de Yourcenar é aqui, como nos seus outros livros, de uma densidade admiravelmente servida por uma prosa fora do comum cuja força atinge por vezes a do discurso poético.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “O tempo, esse grande escultor”, de Marguerite Yourcenar, publicado pela editora Nova Fronteira, em 1985 e com 218 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Nova Fronteira
Páginas: 218
Ano: 1985
Edição:
Linguagem: português
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Sobre a editora
A leitura dos livros da editora Nova Fronteira revela um equilíbrio entre obras literárias densas e textos acessíveis, com atenção especial à qualidade da tradução e ao cuidado editorial. O ritmo das narrativas varia bastante, desde a fluidez envolvente de romances clássicos até o humor sutil e a leveza da poesia e das crônicas. O catálogo sugere uma preferência por histórias que exploram conflitos internos, dilemas pessoais e contextos históricos, muitas vezes com um tom reflexivo ou crítico, mas que também pode se abrir para o lúdico e o fantástico. A diversidade de formatos inclui desde ensaios e análises literárias até graphic novels e livros infantis ilustrados, o que amplia o alcance para diferentes públicos e estilos de leitura.
