
Título: O Tempo Que Leva As Flores
Autor: Illana Mascarenhas
Sinopse: Quando Elsa Cortes conheceu o Marquês das Flores, nunca imaginou que pudesse ser notada por ele, já que sempre se sentiu invisível no meio social. O nobre, por sua vez, achava a senhorita Cortes uma criatura à parte, sempre com os olhos presos a um livro e com a cabeça nas nuvens - uma mistura perfeitamente atraente aos olhos do experiente Marquês.] No entanto, vários fatores surgem como barreiras para essa aproximação, sendo a mais forte delas chamada Patrícia, a Marquesa das Flores, que vendo o seu casamento ruir, decide romper o silêncio que sempre lhe foi característico numa tentativa de salvar aquela relação. Os propósitos da vida são nebulosos a nossa percepção humana, e eles ficam ainda mais incertos nas relações dessa história de amor e drama.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “O Tempo Que Leva As Flores”, de Illana Mascarenhas, publicado pela editora Clube de Autores, em 2021 e com 257 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Clube de Autores
Páginas: 257
Ano: 2021
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 6500147227
ISBN13: 9786500147223
Sobre a editora
Os livros da editora Clube de Autores oferecem uma experiência de leitura marcada pela diversidade temática e pela presença frequente de narrativas que transitam entre fantasia, espiritualidade e relatos pessoais. Muitas obras exploram conflitos internos e externos, com personagens que enfrentam desafios sobrenaturais, dilemas emocionais ou jornadas de autoconhecimento, criando um clima que pode variar do suspense ao romance, sempre com uma linguagem acessível. Além disso, há títulos que se dedicam a reflexões filosóficas, análises históricas e relatos biográficos, mostrando um catálogo que não se prende a um único estilo, mas que privilegia histórias que envolvem o leitor em atmosferas tanto mais narrativas quanto informativas.
