
Título: O Tesouro da nau Catarineta
Autor: Antonieta dias de Moraes
Sinopse: Uma peça de muitos tesouros Inspirada em fontes populares, danças dramáticas e cheganças do Brasil; e também em fontes eruditas, como Almeida Garret, Sylvio Romero, a consagrada escritora Antonieta Dias de Moraes recorreu à sua própria inspiração poética para criar o texto-adptação, "O Tesouro da nau Catarineta", ainda durante a sua longa permanência na França. Ela mesma traduziu a peça para o francês, "excelente peça, cênica e muito notável: a psicologia das crianças, a procura do tesouro, senso de aventura, mistério, personagens incríveis, mitos, tudo esta lá", como escreveu Pierre Roudy, diretor da escola nacional das Artes Técnicas do Teatro, de Paris, e da famosa coleção, "Théatre de la Jeunesse", uma das mais importantes publicações do mundo no gênero.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “O Tesouro da nau Catarineta”, de Antonieta dias de Moraes, publicado pela editora Letras & Letras, em 1991 e com 72 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Letras & Letras
Páginas: 72
Ano: 1991
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8585387157
ISBN13: 9788585387150
Sobre a editora
Os livros da editora LETRAS & LETRAS convidam o leitor a um mergulho em reflexões críticas sobre a sociedade, o direito e a cultura, com textos que frequentemente desafiam o conformismo intelectual e estimulam o pensamento autônomo. A experiência de leitura aqui é marcada por um tom didático e por uma abordagem que mistura análise teórica com exemplos concretos, como no exame da violência na literatura ou na discussão sobre o direito ambiental e sua relação ética com a natureza. O catálogo apresenta obras que transitam entre o ensaio filosófico, a crítica social e a narrativa literária, incluindo desde relatos pessoais até textos inspirados em tradições populares brasileiras. Essa variedade sugere uma editora que valoriza tanto o rigor conceitual quanto o contato com temas culturais e históricos, em um ritmo que alterna entre o mais reflexivo e o narrativo.
