
Título: O Tronco do Ipê (Os Clássicos #50)
Autor: José de Alencar
Sinopse: A história tem como o cenário a Fazenda Nossa Senhora do boqueirão, na zona da mata fluminense. Um velho tronco de ipê, outrora frondoso, representa a decadência da fazenda. Bem próximo, numa cabana, mora o negro Benedito, espécie de feiticeiro, que guarda o segredo da família. Mário, o personagem central, que viveu desde criança na fazenda, juntamente com a amiga Alice, descobre que o pai da moça, Joaquim, é o assassino de seu pai. Desesperado, Mário tenta suicídio, pois não pode se casar com a filha de um assassino. Mas o negro Benedito o impede, contando-lhe o segredo: Joaquim não matou o pai de Mário. Ele foi tragado pelas águas do Boqueirão e está enterrado junto ao tronco do ipê. Mário reconcilia-se com a vida e casa-se com Alice.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “O Tronco do Ipê (Os Clássicos #50)”, de José de Alencar, publicado pela editora ABC Editora, em 2004 e com 185 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: ABC Editora
Páginas: 185
Ano: 2004
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN: 8575360385
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora ABC Editora costumam explorar histórias com forte conexão regional e social, muitas vezes ambientadas no interior do Brasil, como o sertão e pequenas cidades, onde o cenário é parte integrante dos conflitos. A narrativa tende a mesclar elementos de suspense, crítica social e dramas humanos, com personagens que enfrentam dilemas morais e existenciais em contextos históricos ou contemporâneos. O tom varia entre o mais narrativo e emocional, com foco em relações pessoais e tensões psicológicas, e o mais informativo ou ensaístico, que aborda temas históricos, culturais e políticos com linguagem clara e acessível. Essa diversidade sugere um catálogo que privilegia tanto a literatura ficcional quanto obras de caráter documental ou reflexivo, com ritmo que pode ser tanto intenso e envolvente quanto mais pausado e analítico.
