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O último dia de um condenado à morte

Título: O último dia de um condenado à morte

Autor: Victor Hugo

Sinopse: Em um romance de surpreendente modernidade, o grande escritor do romantismo se joga de corpo e alma contra a pena de morte. Composta de um texto principal - o diário dos últimos dias da vida de um condenado -, de uma peça na qual personagens inventados por Victor Hugo criticam ferozmente a obra (prefácio à edição de 1829) e de um longo panfleto em defesa da causa (prefácio de 1932). Redigida em primeira pessoa, sentimos como um soco no estômago a voz de alguém que compartilha nossa existência por um tempo determinado. Logo sua cabeça será ceifada pela famosa engenhoca do doutor Guillotin e irá rolar para o cesto que as apara após a decapitação. Num ambiente de trevas, assistimos na própria descrição do condenado hora a hora aos preparativos de sua morte, à sorte de seus companheiros mais felizardos dos trabalhos forçados, à derradeira visita de sua filha que não o reconhece e o afasta ("o senhor me machuca com essa barba"), ao despojamento de seus últimos pertences para companheiros de "fortuna", etc. Escrita em menos de três meses sob influência de uma execução em Paris à qual Victor Hugo assistiu em 1825, esta obra logo foi coroada de sucesso, para o qual contribuíram suas características inusitadas, como por exemplo: começa com a frase lapidar da declaração da sentença "Condenado à morte" e termina com "Quatro horas", horário da execução, ou ainda um ácido humor negro.

Contexto da obra

Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “O último dia de um condenado à morte”, de Victor Hugo, publicado pela editora D.E.L;, em 1995 e com 95 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.

Editora: D.E.L;

Páginas: 95

Ano: 1995

Edição:

Linguagem: português

ISBN:

ISBN13:

    Sobre o autor

    Ler os livros de Victor Hugo é mergulhar em narrativas densas e épicas, onde o ritmo varia entre longas descrições detalhadas e momentos de intensa ação dramática. Suas histórias frequentemente exploram o conflito entre o indivíduo e as forças sociais opressoras, revelando personagens complexos que enfrentam dilemas morais profundos. A prosa pode ser ao mesmo tempo lírica e contundente, alternando entre cenas íntimas de sofrimento e amplos panoramas históricos. A tensão narrativa surge do embate entre justiça e injustiça, amor e sacrifício, esperança e desespero, deixando no leitor uma reflexão sobre a condição humana e as desigualdades sociais. O catálogo oferece uma variedade que inclui desde tramas medievais até grandes romances sociais, todos marcados por uma forte carga emocional e crítica social.

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