
Título: O Último Imperador da China
Autor: Pu Yi
Sinopse: Quando o último imperador (Pu Yi) foi arredado - criança a quem ainda estava destinado um trágico papel de marionete na história chinesa contemporânea – Sun Yat-Sen (Sun Zhongshao), o pai da república, recebia o favor dos ocidentais, mas não a ajuda militar e financeira de que carecia para governar. Percorrendo o mundo em busca de apoios que nunca chegariam, viu o poder cair nas mãos de um ditador (Yuan Shikai), que depressa se quis fazer imperador. Esta indiferença do Ocidente pelo reformismo de Sun – que era cristão – marcou-o profundamente. Ao afirmar, dos ocidentais, serem uma “civilização sem vergonha, a suar astúcia por todos os poros, e apodrecida na lógica grosseira”, exprimia sem rebuço o entendimento que as novas elites da China tinham da manutenção de uma indigna situação semi-colonial de facto, que teve como consequência, duas décadas depois, o longo isolacionismo chinês, só terminado na década de 80 do século XX.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “O Último Imperador da China”, de Pu Yi, publicado pela editora Círculo do Livro, em 1985 e com 392 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Círculo do Livro
Páginas: 392
Ano: 1985
Edição:
Linguagem: português
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ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora Círculo do Livro costumam explorar narrativas que transitam entre o romance histórico e o drama humano, frequentemente ambientados em contextos marcados por conflitos sociais ou políticos. A experiência de leitura é marcada por personagens complexos e enredos que misturam tensão, paixão e dilemas morais, com uma linguagem que pode variar do lírico ao direto, dependendo do tom da obra. O catálogo sugere uma atenção especial a histórias que envolvem intrigas, revoluções, e questões de identidade cultural, mas também inclui obras com abordagem mais reflexiva e analítica, como relatos históricos e ensaios. Há uma convivência entre textos mais narrativos e outros que se aproximam do documentário ou do estudo, o que amplia o espectro para leitores que buscam tanto entretenimento quanto reflexão.
