
Título: O Universo Inacabado
Autor: Novello Mario
Sinopse: Para além da análise da origem do universo, a cosmologia, ao promover a refundação da física e a destruição do que pareciam ser sólidos paradigmas da ciência, produz mudanças radicais na descrição do real que inevitavelmente se espalham por todo o pensamento contemporâneo. Esse seria então o momento de perguntar: como esse modo de pensar o universo afeta o discurso racional para além da ciência? Com esse comentário, termino o livro Do big bang ao Universo Eterno. Retorno a essa questão cujas consequências não foram ainda completamente assimiladas e compreendidas, não somente em seu contexto natural, a epistemologia, mas igualmente em dimensões filosóficas mais amplas. Não diria que podemos aceitar os temas tratados no texto que segue como prolegômenos ao suicídio da razão científica. No entanto, ficará claro que penetramos, com a cosmologia, em uma análise de fundamentos que gera dificuldades, pondo em questão a interpretação tradicional da ciência. Procurar uma nova visão da atividade científica a partir da cosmologia é a tarefa grandiosa, mas indispensável, que temos pela frente.
Contexto da obra
Nas Ciências Sociais, obras como esta costumam interessar pela forma como ampliam a leitura da sociedade. “O Universo Inacabado”, de Novello Mario, publicado pela editora N-1 edições, em 2018 e com 208 páginas, integra a categoria Livros de Ciências Sociais. Por isso, o livro tende a ganhar força quando lido também como ferramenta de compreensão do mundo social.
Editora: N-1 edições
Páginas: 208
Ano: 2018
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8566943554
ISBN13: 9788566943559
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,480
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 3,00
Sobre a editora
Os livros da editora N-1 Ediçoes convidam o leitor a uma imersão em textos densos que transitam entre filosofia, política, arte e crítica social. A experiência de leitura costuma exigir atenção cuidadosa a conceitos complexos, com narrativas que oscilam entre o ensaio rigoroso e a reflexão poética, muitas vezes atravessadas por diálogos e cartas inéditas. O catálogo privilegia temas como o corpo, a temporalidade, a crítica ao racismo e às estruturas coloniais, além de explorar a relação entre arte e subjetividade. A linguagem é ao mesmo tempo densa e instigante, com ritmo que pode variar do mais contemplativo ao mais tenso, e um tom que mistura o didático com o experimental. Em meio a essa diversidade, há obras que se aproximam da filosofia política, outras que se dedicam a análises culturais e algumas que propõem cartografias conceituais para pensar o presente.
