
Título: O Vampiro da Mata Atlântica
Autor: Martha Argel
Sinopse: Xavier Damasceno e Júlio Levereaux, dois jovens pesquisadores, são contratados para estudar a fauna de um grande trecho da Mata Atlântica onde deverá ser criada uma área de preservação. Depois de uma viagem debaixo de chuva, eles chegam a seu destino, na ainda bem preservada região do Alto Ribeira, sul do estado de São Paulo. O acesso ao local é ruim e só poderão sair de lá após alguns dias de sol. Mas para eles, bem equipados, com comida suficiente e apaixonados pelo mato, aquilo não é uma catástrofe. À medida que realizam seu trabalho, constatam que a área, belíssima, é perfeita para a conservação. Fascinados com suas descobertas sucessivas, porém, não se dão conta de que estão sendo espreitados por um monstruoso ser noturno. Quando se confrontam com a criatura, os dois rapazes devem lutar para salvar suas vidas, e os únicos recursos a que podem recorrer são o equipamento de trabalho de campo, seu conhecimento e sua criatividade.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “O Vampiro da Mata Atlântica”, de Martha Argel, publicado pela editora Idea, em 2009 e com 176 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Idea
Páginas: 176
Ano: 2009
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8588121239
ISBN13: 9788588121232
Sobre a editora
Os livros da editora Idea apresentam um leque que vai da fantasia épica a obras de reflexão filosófica e religiosa, passando por narrativas que exploram o cotidiano da natureza e o estudo técnico de esportes. A experiência de leitura pode alternar entre a tensão de jornadas fantásticas, como batalhas em mundos medievais e sociedades distantes, e o tom didático e reflexivo de textos que buscam ampliar a consciência pessoal e profissional. O catálogo revela uma preferência por histórias com personagens complexos e conflitos morais, além de títulos que incentivam o autoconhecimento e o desenvolvimento de habilidades práticas, como técnicas de estudo e leitura. Essa diversidade sugere um público que valoriza tanto o entretenimento narrativo quanto o aprofundamento intelectual, com obras que podem ser mais narrativas, outras mais informativas ou meditativas.
