
Título: O vaqueiro e o jornalista
Autor: José Huguenin
Sinopse: A história narra o encontro dramático de um Vaqueiro com um Jornalista no sertão da Baia em plena guerra de Canudos. O Vaqueiro vai para Canudos com a família guiado pelas profecias de Antônio Conselheiro fugindo da injustiça do coronelato. Jornalista republicano vai para Canudos para observar a guerra em curso, acreditando se tratar de um levante monarquista. A narrativa tem como ambiente um dos momentos históricos mais dramáticos do país. O positivismo republicano na figura do Jornalista depara-se com a força e sabedoria desassombrada do sertanejo, na figura do Vaqueiro. O Jornalista encarna as vivências de Euclides da Cunha durante a guerra, personificando-as, através referências indiretas e diretas às constatações de “Os sertões”. Seguindo a saga da família do Vaqueiro, é possível andar por entre as ruelas da Canudos sitiada. O amor de pai e filho é colocado à prova no meio do sangue derramado. Perdas dolorosas não demovem dos sertanejos a certeza da vitória. O encontro com o Vaqueiro desvenda para o Jornalista os motivos pelos quais os sertanejos lutam. O Vaqueiro se vê em situações que o levam a ser personagem decisivo para a resistência sertaneja e a preservação de muitas vidas. Mas como enfrentar um exército julgando e punindo um crime que não existiu?
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “O vaqueiro e o jornalista”, de José Huguenin, publicado pela editora Penalux, em 2018 e com 172 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Penalux
Páginas: 172
Ano: 2018
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN:
ISBN13: 9788558334228
Sobre a editora
Os livros da editora Penalux costumam mergulhar em universos literários densos e variados, onde a poesia e a prosa poética se destacam pela sutileza e pela força expressiva. O catálogo apresenta narrativas que exploram temas como o amor em suas múltiplas facetas — da paixão à melancolia, passando por conflitos familiares e dilemas existenciais —, sempre com um tom que varia entre a introspecção lírica e o realismo cru. A linguagem frequentemente se mostra elaborada, com atenção ao ritmo e à construção cuidadosa das palavras, criando atmosferas que evocam tanto a delicadeza quanto a complexidade das emoções humanas. Há obras que se aproximam do ensaio e da crônica, outras que se estruturam em contos breves com unidade temática, revelando uma diversidade que vai do íntimo ao social, do cotidiano ao fantástico. Essa variedade convida o leitor a uma experiência de leitura que pode ser tanto meditativa quanto provocativa, com nuances que oscilam entre o humor irônico e a reflexão profunda.
