
Título: O Verde Brilha No Poco
Autor: Marina Colasanti
Sinopse: Socorro! Tem uma árvore no meu banheiro! Uma árvore!? – gritam os outros moradores. Por que tanto espanto? Uma semente caiu, por acaso, em um poço de arejamento de um prédio. Um poço de paredes escuras e com um mínimo de luz. Após poucos, a semente germinou. Uma árvore silenciosamente cresceu e suas folhas curiosas entraram pelas janelas do edifício. Daí o espanto dos moradores. O que fazer com ela? A indagação silenciosa abre todas as bocas, pendura todos os queixos. E todos juntos abrem ainda mais as bocas para dizer que é melhor cortar! A autora acredita no amor e a árvore não é cortada. A semente, a árvore e os moradores podem ser interpretados, respectivamente, como metáforas do processo da vida. Sendo assim, a leitura do conto de Marina Colasanti pode remeter a criança a uma valiosa reflexão sobre a existência dos seres vivos do planeta.
Contexto da obra
Na ficção infantil, livros como este costumam ter um papel importante na aproximação da criança com a leitura. “O Verde Brilha No Poco”, de Marina Colasanti, publicado pela editora Global Editora, em 2001 e com 16 páginas, integra a categoria Livros de Ficção Infantil. Por isso, o valor do livro costuma aparecer tanto na história quanto no vínculo de leitura que ele ajuda a criar.
Editora: Global Editora
Páginas: 16
Ano: 2001
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8526006622
ISBN13: 9788526006621
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,080
- Altura (cm): 26,00
- Largura (cm): 18,00
- Espessura (cm): 0,10
Sobre a editora
Os livros da editora Global Editora apresentam uma diversidade que vai do resgate da literatura oral e folclórica brasileira a narrativas que exploram a complexidade das relações humanas e sociais. O catálogo traz desde histórias infantis que estimulam a imaginação e o aprendizado, com vocabulário acessível e ilustrações cuidadosas, até textos que abordam temas densos como o horror do fascismo e a luta pela memória histórica. A linguagem varia entre o poético e o didático, com obras que dialogam tanto com o público jovem quanto com leitores interessados em antropologia, educação e literatura crítica. Essa pluralidade cria um ritmo editorial que ora convida à fantasia e ao encantamento, ora instiga reflexões profundas sobre identidade, cultura e convivência.
