
Título: O vício em Lisboa antigo e moderno
Autor: Fernando Schwalbach
Sinopse: N’O Vício em Lisboa (Antigo e Moderno), publicado pela primeira vez em 1912, o autor descreve com um alegado hiper-realismo experiente a vida das prostitutas lisboetas e seus clientes. Da degeneração das criaditas subjugadas ao vício do amor às costureirinhas ambiciosas, das hospedarias imundas aos bordéis e casas chics, aqui se tecem as considerações morais sobre uma cidade de onde há até testemunho de cinema pornográfico com sexo ao vivo no mesmo ano de 1912. Inclui Regulamento Policial das Meretrizes e Casas Toleradas da Cidade de Lisboa, emitido pelo Governo Civil de Lisboa em 1865.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “O vício em Lisboa antigo e moderno”, de Fernando Schwalbach, publicado pela editora Tinta da China, em 2011 e com 144 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Tinta da China
Páginas: 144
Ano: 2011
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 9896710783
ISBN13: 9789896710781
Sobre a editora
Os livros da editora Tinta da China costumam oferecer uma experiência de leitura que combina rigor intelectual com uma voz acessível, muitas vezes marcada por um tom próximo e até humorístico. O catálogo revela uma predileção por obras que exploram temas históricos e políticos com profundidade, como a análise crítica do colonialismo português ou a reflexão sobre regimes autoritários, sempre com um olhar que convida à reflexão. Há também espaço para narrativas pessoais e coletâneas que trazem à tona vozes marginalizadas, como as de mulheres viajantes ou ativistas contemporâneos, o que amplia o alcance da editora para leitores interessados em histórias de resistência e transformação social. A linguagem varia entre o lírico e o seco, o ensaístico e o narrativo, com textos que transitam entre o humor e a seriedade, a crônica e o estudo, o que sugere um catálogo plural, porém coerente em sua busca por provocar o pensamento e o envolvimento do leitor.
