
Título: O violino cigano
Autor: Regina Machado
Sinopse: Das três filhas de um viúvo rico, apenas a mais nova, Leila, é flor que se cheire. As insuportáveis Dronha e Catina, além de invejarem a beleza e a simpatia da caçula, só poderão arranjar casamento quando esta tiver casado primeiro. E eis que a inveja e a raiva acabam levando Dronha a empurrar sua irmãnzinha em um precipício. Não há testemunhas. O sumiço da garota permanece um triste mistério para todos. Mas Leila voltará à vida na forma de um violino mágico, e nas mãos de um jovem pastor irá espalhar, com sua música, antigas verdades que por muito tempo ficaram ocultas. Esta história da cultura cigana, que narra uma força feminina que ultrapassa a morte, e as outras histórias de amor, luta e sabedoria fazem parte do conjunto colorido e original que forma este volume. Coletados na tradição oral de vários países e povos, como o Brasil, o Tibete, o Turquestão, a Armênia e a Grécia, entreoutras, e narrados de maneira muito especial pela contadora de histórias Regina Machado, os contos de "O violino cigano" apresentam uma séria bastante variada de encantadoras (e corajosas) heroínas.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “O violino cigano”, de Regina Machado, publicado pela editora Companhia das Letras, em 2004 e com 130 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Companhia das Letras
Páginas: 130
Ano: 2004
Edição:
Linguagem: português
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Sobre a editora
Os livros da editora Companhia Das Letras oferecem uma experiência de leitura que varia entre o íntimo e o social, com narrativas que exploram conflitos familiares, questões históricas e políticas, além de temas contemporâneos como violência e memória. O catálogo privilegia obras que mesclam profundidade psicológica e crítica social, apresentando personagens complexos e ambientes que vão do Brasil urbano à paisagem natural, passando por contextos históricos e culturais diversos. Há um equilíbrio entre textos mais narrativos, como romances e contos, e obras informativas ou ensaísticas que dialogam com a história, política e ciências sociais. O tom pode ser tanto reflexivo e melancólico quanto ágil e envolvente, com ritmo que ora convida à contemplação, ora mantém a tensão do suspense.
