
Título: O Visconde de Bragellone
Autor: Alexandre Dumas
Sinopse: Esta edição contém 7 volumes. Passaram 13 anos sobre “Vinte Anos Depois”. Corre o ano de 1660. Os “quatro mosqueteiros”, já de cãs e bem instalados na hierarquia, são de novo chamados a executar uma missão em Inglaterra, onde se prepara a restauração da monarquia na pessoa do príncipe Carlos Stuart, filho do malogrado Carlos I, decapitado por Cromwell. Aramis, superior dos Jesuítas, descobre entretanto que o jovem rei Luís XIV, que os incumbira da missão, ocultava um segredo de Estado da maior magnitude. O rei tinha um irmão gémeo, de nome Filipe, que se encontrava proscrito pelo soberano e desconhecedor da sua ascendência. Luís XIV mostra-se cada vez tirânico, levando Aramis a efabular a possibilidade de substituir o rei por Filipe. D’Artagnan e Atos opõem-se invocando dedicação ao rei, enquanto que Porthos é inocentemente induzido por Aramis a ligar-se à conjura. O enredo expressa também a luta de bastidores pelo poder (entre Fouquet e Colbert) e a ascensão imparável de Luís XIV.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “O Visconde de Bragellone”, de Alexandre Dumas, publicado pela editora Lello & Irmão, em 1936 e com 2500 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Lello & Irmão
Páginas: 2500
Ano: 1936
Edição:
Linguagem: português
ISBN:
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora Lello & Irmão trazem narrativas que transitam entre o histórico e o literário, com forte presença de obras que exploram contextos sociais e políticos do passado. Há uma atenção visível a personagens inseridos em cenários marcados por tensões sociais, como o ambiente rural escravista ou a corte europeia, revelando conflitos de poder e relações humanas complexas. O tom varia entre o descritivo e o irônico, especialmente nas crônicas que retratam sociedades com crítica sutil. O catálogo sugere um equilíbrio entre textos mais densos e verborrágicos e outros de ritmo mais leve, como comédias que misturam elementos mitológicos e folclóricos.
