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Odio a los indiferentes

Título: Odio a los indiferentes

Autor: Antonio Gramsci

Sinopse: Un 27 de abril de 1937, moría Antonio Gramsci en un hospital penitenciario, apenas 6 días después de haber recobrado formalmente la libertad, tras cumplir, en situación penosísima, más de 10 años de cárcel, condenado por un tribunal de la Italia fascista. Este libro es una llamada de atención, una llamada a la inteligencia necesaria para cambiar y puede tomarse también como una respuesta, punto por punto, a la hoja de ruta neoliberal trazada por la Unión Europea, los organismos financieros internacionales y los mercados para escapar de sus propias crisis. : "Soy partidista, estoy vivo, siento ya en la consciencia de los de mi parte el pulso de la actividad de la ciudad futura que los de mi parte están construyendo. Y en ella, la cadena social no gravita sobre unos pocos; nada de cuanto en ella sucede es por acaso, ni producto de la fatalidad, sino obra inteligente de los ciudadanos. Nadie en ella está mirando desde la ventana el sacrificio y la sangría de los pocos. Vivo, soy partidista. Por eso odio a quien no toma partido, odio a los indiferentes." El libro concluye con un apéndice donde se recoge una intervención de Gramsci en el Parlamento italiano, con motivo del proyecto de Ley del Gobierno de Mussolini por el que se proscribían las entidades secretas, como la masonería. Gramsci acude ardientemente en contra de esta Ley, porque si bien, y lo admite, la masonería es una institución de carácter burgués, y a él como líder del Partido Comunista, debería satisfacerle, pues, su cierre, Gramsci presiente que esa proscripción es sólo el inicio, la prueba de otra más o menos inmediata que acabará afectando a su partido. Esta amplitud de miras demuestra, sin duda, su talla como político (vista ya su talla como pensador y como escritor). Y desde luego, su perspicacia. El debate referido tiene lugar en 1925. Apenas un año después, Gramsci sería arrestado por las autoridades del Gobierno de Mussolini, su partido disuelto, y él sólo saldría de la cárcel para vivir sus últimos días.

Contexto da obra

Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Odio a los indiferentes”, de Antonio Gramsci, publicado pela editora Editorial Ariel, em 2011 e com 105 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.

Editora: Editorial Ariel

Páginas: 105

Ano: 2011

Edição: Literature: history & criticism

Linguagem: espanhol

ISBN: 8434413604

ISBN13: 9788434413603

    Sobre o autor

    A leitura dos livros de Antonio Gramsci é uma imersão em um pensamento denso e multifacetado, marcado por uma prosa que exige atenção e reflexão. O ritmo varia entre análises críticas e passagens quase aforísticas, alternando entre o rigor intelectual e momentos de introspecção pessoal, como nas cartas que revelam um Gramsci mais humano e vulnerável. A tensão da escrita nasce do embate entre a teoria política e a realidade histórica, especialmente sob o peso da repressão fascista, criando um diálogo constante entre o íntimo e o externo. O leitor é convidado a acompanhar a construção de conceitos complexos, como hegemonia e sociedade civil, enquanto também se depara com a preocupação prática sobre o papel dos intelectuais e a relação entre líderes e massas. Essa experiência provoca perguntas sobre o poder, a cultura e a transformação social, sempre atravessadas por uma crítica que não se limita ao seu tempo.

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    Sobre a editora

    Os livros da editora Editorial Ariel convidam o leitor a uma imersão profunda em temas históricos, sociais e científicos, com narrativas que exploram desde os bastidores da ciência até os meandros da literatura e da psicologia. A experiência de leitura costuma ser densa e reflexiva, com textos que revelam conexões entre fatos históricos e suas implicações políticas, econômicas e culturais. O catálogo apresenta obras que mesclam análises detalhadas, relatos biográficos e estudos de casos, muitas vezes com um tom didático e investigativo. Há uma predominância de obras que abordam conflitos humanos, sejam eles sociais, políticos ou psicológicos, e que frequentemente trazem uma visão crítica sobre o poder e suas consequências.

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