
Título: Oficio de Escrever, O
Autor: Frei Betto
Sinopse: Frei Betto, autor tão prolífico quanto profundo e instigante, faz uma série de reflexões sobre o ato de escrever, que, para ele, mais do que simples ofício, é uma verdadeira missão. Isto porque ele empunha a pena com a quixotesca coragem daqueles que ousam enfrentar os mais poderosos adversários, na busca do bem comum, da justiça social e da felicidade coletiva. Com a generosidade que lhe é característica, Frei Betto não se limita a discorrer sobre seus próprios hábitos e segredos de escritor — por sinal, bastante interessantes. Focaliza também a obra e a técnica de autores fundadores, como Shakespeare e Cervantes, e singulares como Tomasi di Lampedusa, Saint-Exupéry e T.S. Eliot. Merece destaque o carinho com que aborda a obra de dois grandes escritores — mineiros, como ele — Bartolomeu Campos de Queirós e Adélia Prado. Esta última, capaz de arrebatamentos místicos comparáveis aos de Santa Teresa de Ávila ou Soror Juana Inés de la Cruz. Ofício de escrever encanta como convite à leitura e à escrita. Propostas que devemos aceitar sem relutância.
Contexto da obra
Na área de Linguística e Comunicação, livros como este costumam interessar por linguagem, discurso e mediação. “Oficio de Escrever, O”, de Frei Betto, publicado pela editora Anfiteatro, em 2017 e com 176 páginas, integra a categoria Livros de Linguística e Comunicação. Na prática, isso ajuda a entender melhor o lugar do livro entre linguagem, análise e formas de comunicação.
Editora: Anfiteatro
Páginas: 176
Ano: 2017
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 856947427X
ISBN13: 9788569474272
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,191
- Altura (cm): 19,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 1,10
Sobre a editora
Os livros da editora Anfiteatro costumam oferecer uma experiência de leitura que mescla rigor acadêmico e abordagens acessíveis, atravessando temas históricos, artísticos e culturais com profundidade e clareza. Muitas obras exploram contextos sociais complexos, como o sistema prisional brasileiro ou movimentos políticos históricos, enquanto outras promovem diálogos entre linguagens, como a combinação de texto e imagem em narrativas híbridas. O catálogo revela uma atenção especial a ensaios e estudos que conectam passado e presente, além de reflexões sobre arte, escrita e design que convidam o leitor a observar o cotidiano sob novas perspectivas. A diversidade editorial indica obras que transitam entre o mais narrativo e o mais analítico, sempre com um tom que privilegia a reflexão sem perder a fluidez.
