
Título: Olhar, Escutar, Ler
Autor: Claude Lévi-Strauss
Sinopse: Olhar, escutar, ler é inteiramente dedicado à arte, um tema sempre muito explorado por Lévi-Strauss, não apenas como subsídio à compreensão de uma sociedade ou de uma cultura, mas como um objeto valioso em si mesmo. Escrito em linguagem simples, num tom de conversa despretensiosa, o livro traz muitas observações penetrantes, não apenas sobre obras e artistas, mas principalmente sobre a percepção e o entendimento da arte, a natureza da cor, do som e da própria palavra. Neste livro surpreendente o leitor notará que, ao examinar três procedimentos estéticos básicos - olhar, escutar, ler -, o autor guarda muito do método que o notabilizou como um dos maiores antropólogos do nosso tempo.
Contexto da obra
Nas Ciências Sociais, obras como esta costumam interessar pela forma como ampliam a leitura da sociedade. “Olhar, Escutar, Ler”, de Claude Lévi-Strauss, publicado pela editora Companhia das Letras, em 1997 e com 156 páginas, integra a categoria Livros de Ciências Sociais. Por isso, o livro tende a ganhar força quando lido também como ferramenta de compreensão do mundo social.
Editora: Companhia das Letras
Páginas: 156
Ano: 1997
Edição: 1
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8571646317
ISBN13: 9788571646315
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,260
- Altura (cm): 23,00
- Largura (cm): 16,00
- Espessura (cm): 0,80
Sobre a editora
Os livros da editora Companhia Das Letras oferecem uma experiência de leitura que varia entre o íntimo e o social, com narrativas que exploram conflitos familiares, questões históricas e políticas, além de temas contemporâneos como violência e memória. O catálogo privilegia obras que mesclam profundidade psicológica e crítica social, apresentando personagens complexos e ambientes que vão do Brasil urbano à paisagem natural, passando por contextos históricos e culturais diversos. Há um equilíbrio entre textos mais narrativos, como romances e contos, e obras informativas ou ensaísticas que dialogam com a história, política e ciências sociais. O tom pode ser tanto reflexivo e melancólico quanto ágil e envolvente, com ritmo que ora convida à contemplação, ora mantém a tensão do suspense.
