
Título: Olhinhos de Gato
Autor: Cecília Meireles
Sinopse: Publicado inicialmente em capítulos na revista Ocidente, de Lisboa, durante os anos de 1939 e 1940, Olhinhos de gato constitui uma narrativa poética sobre a infância da autora, Cecília Meireles. Uma infância marcada pela perda do pai antes de ela nascer e da mãe antes de completar três anos, sendo criada por sua avó materna, Jacintha. A narrativa, com seus treze capítulos, contempla dois momentos marcantes na vida da menina, carinhosamente chamada de Olhinhos de gato: o primeiro, com a morte da mãe e o segundo, com outro tipo de morte, o da infância, quando seus vastos cachos são cortados. Olhinhos de gato é, portanto, uma reflexão poética sobre a dor da perda, a solidão, a morte e o luto, embalada pelas histórias da ama – o rico folclore brasileiro e as crendices populares; pelo afeto e as narrativas da avó – as mais belas histórias portuguesas; pelas descrições dos hábitos e costumes dos moradores do bairro do Estácio, no Rio de Janeiro e pelas brincadeiras infantis, medos, ensinamentos e descobertas.
Contexto da obra
Na ficção infantil, livros como este costumam ter um papel importante na aproximação da criança com a leitura. “Olhinhos de Gato”, de Cecília Meireles, publicado pela editora Global Editora, em 2015 e com 184 páginas, integra a categoria Livros de Ficção Infantil. Por isso, o valor do livro costuma aparecer tanto na história quanto no vínculo de leitura que ele ajuda a criar.
Editora: Global Editora
Páginas: 184
Ano: 2015
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8526021982
ISBN13: 9788526021983
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,280
- Altura (cm): 23,00
- Largura (cm): 16,00
- Espessura (cm): 1,00
Sobre a editora
Os livros da editora Global Editora apresentam uma diversidade que vai do resgate da literatura oral e folclórica brasileira a narrativas que exploram a complexidade das relações humanas e sociais. O catálogo traz desde histórias infantis que estimulam a imaginação e o aprendizado, com vocabulário acessível e ilustrações cuidadosas, até textos que abordam temas densos como o horror do fascismo e a luta pela memória histórica. A linguagem varia entre o poético e o didático, com obras que dialogam tanto com o público jovem quanto com leitores interessados em antropologia, educação e literatura crítica. Essa pluralidade cria um ritmo editorial que ora convida à fantasia e ao encantamento, ora instiga reflexões profundas sobre identidade, cultura e convivência.
