
Título: Olhos Suplicantes
Autor: Joao Tolentino
Sinopse: Um livro por vezes é a mais longa gestação que vivenciamos, num processo criativo que pode se arrastar por anos, décadas, ou só começar a dar sinais de vida quando a idade teima em avançar, e o processo de ruminação emparelha-se à manifestação dos fios prateados sobre a fronte. Poucos gozam da fertilidade e da ebulição literária de tantos mestres maravilhosos da poesia e da prosa, que em plena mocidade já veem seus rebentos se mostrarem ao mundo. Mas todos, de uma forma ou de outra, burilam cada palavra com ferramentas íntimas, com maior ou menor precisão, com vigor ou com leveza, no seu devido tempo. E a elas voltam, sempre que se sentem chamados, para mais um carinho, uma inversão, uma conversão, e, numa atitude mais agressiva, até mesmo um total abandono. Mas, diante do olhar de súplica, retornam para extraí-las avassaladoramente do mundo frio das gavetas. Acabamento: Brochura. Peso: 107g. Dimensões: 21 x 14 x 0.05.
Contexto da obra
Dentro do catálogo, este livro pode ser situado a partir do tema, da autoria e da proposta editorial. “Olhos Suplicantes”, de Joao Tolentino, publicado pela editora Giostri, em 2017 e com 70 páginas, integra a categoria Poesia - Brasileira. Esse enquadramento pode tornar mais clara a proposta do livro e o tipo de interesse que ele costuma despertar.
Editora: Giostri
Páginas: 70
Ano: 2017
Edição: 1ª EDIÇÃO
Linguagem: Português
ISBN:
ISBN13: 9788551601365
Sobre a editora
Os livros da editora Giostri convidam o leitor a navegar entre universos diversos, que vão do íntimo das relações humanas à fantasia carregada de magia, passando por reflexões sociais e políticas. A experiência de leitura costuma alternar entre narrativas densas e poéticas, dramas pessoais e coletivos, e obras que exploram o cotidiano com seus conflitos e sutilezas. O catálogo revela uma predileção por histórias que mesclam emoção e análise, ora com um tom mais lírico e introspectivo, ora com uma abordagem crítica e engajada. A variedade temática é acompanhada por um ritmo que pode ser tanto contemplativo quanto tenso, sempre com personagens que enfrentam dilemas profundos ou situações de transformação.
