
Título: Olimpismo no Brasil: medalhas e classificações
Autor: Aristides Almeida Rocha
Sinopse: Quem tem a oportunidade de presenciar pessoalmente a cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos desfruta de um grande privilégio. Pode-se dizer que assistiu ao maior espetáculo da Terra, pelo alto significado daquela festa, tanto pela sua beleza plástica quanto pelo seu conteúdo simbólico. A pessoa que, afortunadamente, conseguiu uma poltrona no estádio onde a cerimônia acontece verá passar diante de seus olhos a própria humanidade. São cidadãos de mais de duzentos países (uma quantidade de nações maior do que as filiadas à própria Organização das Nações Unidas - ONU) representando uma diversidade de raças, cores, biótipos e bandeiras nacionais do mundo que habitam. Aqueles que estão desfilando acenando para o povo das tribunas correspondem ao ápice do ser humano em termos de força, vigor, destreza e eugenia. O embalo das músicas em tom marcial, a decoração do local, complementada pelo multicolorido dos uniformes, e o simbolismo do cerimonial significam o máximo possível em termos de espetáculo. Nenhuma obra de ficção poderia superar a realidade deste verdadeiro hino à vida. Cada país designa para carregar seu pavilhão o atleta de maior destaque esportivo, o símbolo da nação, o ídolo principal naquela corrente contínua de astros e estrelas do esporte. Na manhã seguinte, todos estarão competindo nas pistas, piscinas, quadras, raias, ringues e tatames, proporcionando 15 dias de emoções, de aplausos ou desilusões, de euforia ou lágrimas, os contrastes de todo o sentimento humano. É destas duas semanas, acompanhados por quase toda a população do mundo por meio de veículos impressos e eletrônicos, que sairão astros transformados em heróis em sua terra natal e figuras admiradas pelo resto do mundo. Desde a Grécia Antiga, os vencedores do Olimpo davam seu nome a vias e locais públicos. É a glória de ser o melhor entre os bilhões de habitantes da Terra. A fixação do foco apenas no número um, entretanto, não é eticamente justa. Somente o fato de participar com algum êxito daquela festa já constitui uma grande glória para qualquer disputante. Discordamos, com toda a nossa alma, daquele anúncio publicitário que dizia ser o vice-campeão, a medalha de prata, o perdedor do ouro. É por esta razão que, neste livro, estamos resgatando para a história do esporte brasileiro o nome e as performances de todos os brasileiros que obtiveram até o décimo posto em quase nove décadas de nossa participação olímpica. Avaliza esta decisão o fato de que muitos de nossos atletas, que nem classificados foram, em um desempenho localmente muito válido, bateram recordes nacionais e sul-americanos. Além de um trabalho de pesquisa, procuramos contar fatos que acompanharam a presença do Brasil nos Jogos Olímpicos; alguns edificantes, outros, nem tanto.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Olimpismo no Brasil: medalhas e classificações”, de Aristides Almeida Rocha, publicado pela editora Phorte Editora, em 2008 e com 240 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Phorte Editora
Páginas: 240
Ano: 2008
Edição:
Linguagem: português
ISBN:
ISBN13: 9788576550587
Sobre a editora
Os livros da editora Phorte Editora costumam abordar temas ligados ao exercício físico, treinamento e educação esportiva, com foco em fundamentação científica e aplicação prática. A experiência de leitura tende a ser informativa e didática, com obras que discutem adaptações fisiológicas, metodologias de ensino e reabilitação, sempre com linguagem clara e detalhada. O catálogo revela um interesse consistente em integrar teoria e prática para profissionais e estudantes das áreas de educação física, fisioterapia e esportes. Há títulos que exploram desde o treinamento de força e hipertrofia até a inclusão e metodologias pedagógicas, indicando uma diversidade que vai do técnico ao educativo.
