
Título: Omar e as Viúvas de Burca. Who Is the King Abdullah?
Autor: Jairo Dechtiar
Sinopse: Islã ou América? Omar e as Viúvas de Burca traz reflexões sobre aspectos que marcam cada uma dessas sociedades e a relação entre elas, por intermédio de um protagonista incomum. Omar nasceu no Egito, cresceu no Brasil e foi viver nos Estados Unidos. Embora seja apresentado como turquinho, a identidade cultural de Omar revela-se distante do que seriam os bons costumes para seu povo. Com um comportamento também fora do padrão americano, Omar é conduzido a um tratamento com o psicólogo David. Em suas sessões psicoterápicas, ele deve levar recortes de jornais com matérias que retratem a América de forma positiva. Mas no olhar de quem? Em uma narrativa construída, fundamentalmente, por notícias da imprensa (entre as quais surgem as que são fruto da imaginação de Omar) e por diálogos entre esses dois personagens, o leitor é levado a fazer, junto com Omar, uma terapia em que se revivem casos históricos e se pensa sobre práticas culturais como as enxergamos hoje.
Contexto da obra
Na crítica literária, livros como este costumam ampliar a leitura de autores, obras e tradições. “Omar e as Viúvas de Burca. Who Is the King Abdullah?”, de Jairo Dechtiar, publicado pela editora AGE, em 2016 e com 275 páginas, integra a categoria Livros de Crítica Literária. Na prática, isso ajuda a situar o livro como apoio valioso para quem quer ler obras e autores com mais contexto.
Editora: AGE
Páginas: 275
Ano: 2016
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN:
ISBN13: 9788583432579
Sobre a editora
Os livros da editora AGE oferecem uma experiência de leitura que combina narrativas ficcionais com obras de caráter informativo e didático, muitas vezes com um tom acessível e direto. O catálogo apresenta histórias que transitam entre o romance histórico, relatos pessoais marcados por contextos políticos e sociais, e textos que explicam temas científicos e culturais de forma clara para o público leigo. Há também espaço para obras que exploram temas regionais e culturais brasileiros, além de abordagens que misturam ficção e realidade, como relatos de personagens em situações extremas ou reflexões sobre identidades culturais. O ritmo das obras varia entre o envolvente e o reflexivo, com narrativas que ora são densas, ora mais leves e até humorísticas.
