
Título: Onde Está Wally?
Autor: A Grande Caça aos Quadros
Sinopse: Neste Volume: Embarcamos na "Grande Caça aos Quadros", uma busca maluca a 30 retratos desaparecido, que devem ser reemoldurados com um conjunto de adesivos especiais. Não será fácil, mas você não estará sozinho - o Wally está aqui (em algum lugar) e, com ele, todos os seus companheiros: Wenda, Woof e o Mago Barbabranca - sem falar em Al Capote, aquele patife! A Coleção: Onde Está Wally? é uma série de livros de caráter infanto-juvenil criada pelo ilustrador britânico Martin Handford, baseada em ilustrações e pequenos textos. No livro o leitor encontra ilustrações que geralmente ocupam a página inteira, nas quais em algum lugar está desenhado Wally, personagem central da série, e alguns de seus objetos. Wally sempre veste-se com uma camisa listrada em vermelho e branco, e com um gorro de mesmas cores. Também possui uma bengala e usa óculos. Ele geralmente perde seus pertences, como livros, equipamentos de acampamento ou seus sapatos.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Onde Está Wally?”, de A Grande Caça aos Quadros, publicado pela editora Martins Fontes, em 2006 e com 26 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Martins Fontes
Páginas: 26
Ano: 2006
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8533622457
ISBN13: 9788533622456
Sobre a editora
A leitura dos livros da editora Martins Fontes revela uma inclinação por obras que exploram o pensamento filosófico e reflexivo, muitas vezes com um tom didático e aprofundado. O catálogo privilegia textos que abordam desde a filosofia clássica e contemporânea até temas como lógica, metafísica e ética, apresentando discussões que vão do abstrato ao cotidiano. Também há espaço para narrativas que dialogam com a cultura, a história e as artes, incluindo adaptações literárias e análises que convidam o leitor a um mergulho intelectual. O ritmo das obras tende a ser contemplativo, com linguagem clara, mas que exige atenção, e o público parece ser leitor interessado em compreender ideias complexas e contextos culturais amplos.
