
Título: Oranges Are Not The Only Fruit
Autor: Jeanette Winterson
Sinopse: This is the story of Jeanette, adopted and brought up by her mother as one of God's elect. Zealous and passionate, she seems seems destined for life as a missionary, but then she falls for one of her converts. At sixteen, Jeanette decides to leave the church, her home and her family, for the young woman she loves. Innovative, punchy and tender, Oranges Are Not the Only Fruit is a few days ride into the bizarre outposts of religious excess and human obsession. With a new introduction by the author 'Witty, bizarre, extraordinary and exhilarating' The Times 'She is a master of her material, a writer in whom great talent abides' Vanity Fair 'Many consider her to be the best living writer in this language... In her hands, words are fluid, radiant, humming' Evening Standard 'A novel that deserves revisiting' Observer 'A wonderful rites-of-passage novel' Mariella Frostrup
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Oranges Are Not The Only Fruit”, de Jeanette Winterson, publicado pela editora Random House, em 2009 e com 240 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Random House
Páginas: 240
Ano: 2009
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN:
ISBN13: 9781409088561
Sobre a editora
Os livros da editora Random House apresentam uma variedade de narrativas que transitam entre o realismo histórico, o suspense contemporâneo e a ficção especulativa. A experiência de leitura costuma envolver personagens complexos em ambientes que vão desde pequenas vilas inglesas até cidades modernas e mundos imaginários, com conflitos que exploram tanto dramas pessoais quanto questões sociais amplas. O catálogo sugere obras que equilibram enredos mais narrativos e envolventes com textos que dialogam com temas atuais, como justiça social e memórias históricas, sempre com um ritmo que pode variar do introspectivo ao tenso. A linguagem, em geral, é acessível, mas não simplificada, convidando leitores que apreciam tanto o desenvolvimento psicológico quanto a construção cuidadosa do cenário.
