
Título: Originalidade do matrimônio cristão
Autor: José Antonio Pagola
Sinopse: Em um curto espaço de tempo, observou-se na sociedade uma profunda mudança na concepção do amor, da sexualidade, do matrimônio, da fidelidade conjugal e da família. Ao mesmo tempo, o matrimônio civil vem sendo cada vez mais valorizado como alternativa ao religioso, principalmente por jovens que não aceitam a visão cristã do matrimônio e suas conseqüências. Da mesma forma, outros casais continuam se casando na Igreja, não por convicção própria, mas por razões sociais ou familiares. Neste sentido, Originalidade do matrimônio cristão é um valioso instrumento, que pode servir tanto como orientação ao indivíduo como a grupos que se preparam para o casamento.De forma clara e objetiva, o autor esclarece em que consiste "casar na Igreja" e suas implicações, para que os noivos tenham condições de orientar sua futura vida conjugal.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Originalidade do matrimônio cristão”, de José Antonio Pagola, publicado pela editora Paulinas, em 2007 e com 40 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Paulinas
Páginas: 40
Ano: 2007
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8535619577
ISBN13: 9788535619577
Sobre a editora
Os livros da editora Paulinas costumam apresentar uma linguagem acessível e um cuidado especial com a clareza, seja na releitura contemporânea de textos sagrados ou na abordagem de temas espirituais e sociais. A experiência de leitura frequentemente convida a uma reflexão profunda sobre fé, promoção humana e transformação pessoal, com narrativas que transitam entre o didático e o poético. O catálogo inclui obras que dialogam com públicos variados, desde crianças e jovens até adultos interessados em catequese, espiritualidade e questões sociais, sempre com um tom que mescla simplicidade e profundidade. A diversidade editorial se manifesta em textos que vão do relato pessoal e histórico a propostas pedagógicas e à literatura infantojuvenil, com um ritmo que pode ser tanto contemplativo quanto narrativo.
