
Título: Orikis Sarau das Pretas
Autor: Débora Garcia da Silva, Elizandra Souza, Jô Freitas, Taisson Ziggy
Sinopse: Orikis é uma coletânea de poemas de autoria das integrantes do coletivo Sarau das Pretas. A formação do Sarau das Pretas foi pensada com o objetivo de reunir mulheres que já tinham forte atuação em seus territórios, e também na diversidade artística, já que o sarau trabalha com três linguagens: a literatura, a música e a cena, pensando na movimentação social desses corpos negros e femininos, que são corpos políticos. O Sarau das Pretas é realizado por Débora Garcia, Elizandra Souza, Jô Freitas e Taisson Ziggy, artistas negras que ocupam diferentes territórios periféricos na cidade de São Paulo. O objetivo principal do coletivo é pautar o protagonismo das mulheres negras na sociedade, abordando aspectos como feminino, feminismo, questões de gênero, literatura, cultura e ancestralidade negra.
Contexto da obra
Na poesia, um livro como este costuma pedir um olhar mais atento para linguagem, ritmo e imagem. “Orikis Sarau das Pretas”, de Débora Garcia da Silva, Elizandra Souza, Jô Freitas, Taisson Ziggy, publicado pela editora Malê, em 2023 e com 132 páginas, integra a categoria Livros de Poesia. Na prática, a força do livro muitas vezes aparece no modo como ele faz a linguagem trabalhar.
Editora: Malê
Páginas: 132
Ano: 2023
Edição:
Linguagem: pt
ISBN: 9788592736743
ISBN13: 9788592736743
Sobre a editora
Os livros da editora MALE oferecem uma experiência de leitura marcada pela presença forte da cultura negra, com narrativas que transitam entre o íntimo e o coletivo, o cotidiano e o histórico. A sensibilidade na construção dos personagens permite ao leitor entrar em suas casas, sentir suas dores e sonhos, muitas vezes atravessados por tensões sociais e políticas. O catálogo inclui obras que exploram desde contos com olhar atento às micro relações até romances distópicos com atmosfera angustiante, além de textos que misturam prosa poética e fragmentos de memória. A diversidade de estilos vai do relato ficcional à escrita ensaística, sempre com um tom que provoca reflexão e envolvimento emocional. Em muitos casos, a ancestralidade africana e a insurgência poética são temas centrais, revelando um compromisso com a representatividade e a reinterpretação das narrativas tradicionais.
