
Título: Órion: Meu Vício
Autor: Yulle
Sinopse: Após abandonar seu verdadeiro sonho, Nicolas Hadriel se forma em Medicina e começa a residência no Astra Centro Hospitalar. Em um de seus plantões, contra a sua vontade e graças às chantagens do diretor do hospital, Nicolas é obrigado a atender um caso às escondidas, envolvendo um bandido desacordado, com uma perfuração à bala no ombro direito e à beira da morte. Para sua surpresa, ele rapidamente reconhece o criminoso: não é alguém que permaneceu por mais que algumas horas em sua vida, mas alguém que o chamou atenção o suficiente para guardar aquele momento e aquele rosto na memória. O meliante, Jhonatan Kauer, não luta apenas para permanecer vivo. Seu futuro incerto na criminalidade parece cada vez mais indesejado, e a aproximação inevitável com seu médico o inspira, o tempo todo, a fugir da mira das armas e querer entrar de cabeça em outro tipo de aventura… Porque Nicolas Hadriel lhe causa mais adrenalina do que fugir da polícia em alta velocidade.
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “Órion: Meu Vício”, de Yulle, publicado pela editora Euphoria, em 2023 e com 381 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: Euphoria
Páginas: 381
Ano: 2023
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 6584923142
ISBN13: 9786584923140
Sobre a editora
Os livros da editora Euphoria apresentam narrativas que transitam entre o íntimo e o coletivo, explorando relações humanas em contextos urbanos e fantásticos. O catálogo revela histórias marcadas por conflitos emocionais profundos, como recomeços pessoais, amores complexos e desafios sociais, frequentemente ambientados em espaços contemporâneos como repúblicas universitárias, cidades vibrantes ou cenários de fantasia política. A linguagem tende a ser direta e envolvente, com ritmo que varia entre o dramático e o romântico, muitas vezes com foco em personagens LGBTQ+ e suas experiências afetivas. Há obras que investem em tramas mais densas e tensas, enquanto outras privilegiam o desenvolvimento de vínculos e a descoberta de si mesmo, criando um contraste interessante dentro da produção da Euphoria.
