
Título: Orquestra do Reich, A
Autor: Misha Aster
Sinopse: Desde sua criação no final do século XIX, a Orquestra Filarmônica de Berlim era sinônimo de excelência na música de concerto. Gerida por seus próprios integrantes como uma cooperativa, passava por problemas financeiros gravíssimos nos anos de 1930, quando o nazismo ascendeu ao poder. Percebendo a oportunidade de controlar e utilizar o prestígio internacional da gloriosa orquestra em seu projeto de poder, Joseph Goebbels fez o Estado assumir suas contas e programação. Protegida pelos nazistas e gozando de privilégios, a Filarmônica de Berlim empreendeu turnês internacionais antes e durante a Segunda Guerra Mundial e em um sem-número de ocasiões oficiais - desde a convenção anual do partido, em Nurembergue, até a abertura dos Jogos Olímpicos de 1936, ou no aniversário de Hitler. A orquestra aceitou essas vantagens como uma combinação de agradecimento e receio, ao mesmo tempo que buscava justificativas para sua posição no regime. Esta obra oferece um retrato abrangente da relação entre o regime de Hitler e sua grande joia musical. Ao fazê-lo, analisa a posição ideológica dos músicos, a complexa burocracia do nazismo e a intensidade de sua política cultural.
Contexto da obra
Na área de Música, obras como esta costumam ganhar força quando articulam escuta, repertório e contexto cultural. “Orquestra do Reich, A”, de Misha Aster, publicado pela editora Perspectiva, em 2012 e com 368 páginas, integra a categoria Livros de Música. Na prática, isso ajuda a entender melhor como a obra pode servir tanto à memória quanto ao estudo e à escuta.
Editora: Perspectiva
Páginas: 368
Ano: 2012
Edição: Hist—ria e Geografia
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8527309696
ISBN13: 9788527309691
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,388
- Altura (cm): 22,50
- Largura (cm): 12,50
- Espessura (cm): 1,90
Sobre a editora
Os livros da editora Perspectiva costumam oferecer uma experiência de leitura que combina rigor acadêmico e profundidade reflexiva, com foco em temas como filosofia, história, artes e ciências sociais. O catálogo privilegia obras que exploram a cultura, a política e a religião sob perspectivas históricas e críticas, muitas vezes atravessadas por análises detalhadas e linguagem densa, mas acessível. Há um equilíbrio entre textos ensaísticos, estudos históricos e biográficos, e abordagens fenomenológicas ou semióticas, que convidam o leitor a um envolvimento intelectual prolongado. O tom, em geral, é sério e contemplativo, com ritmo que privilegia a reflexão mais do que a narrativa rápida.
