
Título: Os arquivos imperfeitos
Autor: Fausto Colombo
Sinopse: Sociedade complexa, sociedade de imagem, sociedade eletrônica, a nossa parece também - e cada vez mais - uma sociedade da memória. Não apenas os grandes arquivos têm o seu arranjo e o seu 'espírito' modificados pela tecnologia informática; no comportamento coletivo, presenciamos o nascimento de uma verdadeira 'paixão arquivística', que promove a coleção de signos do passado recente ou remoto, a criação de pequenos arquivos pessoais, o registro através da fotografia, do cinema ou de equipamento eletrônico televisivo, daquela parte do mundo que mais tememos perder. Trata-se de uma nova paixão? Não parece. Fausto Colombo, em Os Arquivos Imperfeitos, procura mostrar que a utopia arquivística tem uma história, oculta nos refolhos da cultura ocidental; e que encobre uma idéia bem precisa do homem e seu destino no mundo. E nos conta, ainda, como a esperança de salvar a realidade através dos signos mnemônicos revela-se tal qual é: uma fascinante porém desnorteante ilusão, que envolve a própria memória do homem, o significado das imagens que ele produz, sua vivência temporal, enfim, o terror que sente do esquecimento e a sua própria identidade.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Os arquivos imperfeitos”, de Fausto Colombo, publicado pela editora Perspectiva, em 1991 e com 134 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Perspectiva
Páginas: 134
Ano: 1991
Edição:
Linguagem: português
ISBN:
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora Perspectiva costumam oferecer uma experiência de leitura que combina rigor acadêmico e profundidade reflexiva, com foco em temas como filosofia, história, artes e ciências sociais. O catálogo privilegia obras que exploram a cultura, a política e a religião sob perspectivas históricas e críticas, muitas vezes atravessadas por análises detalhadas e linguagem densa, mas acessível. Há um equilíbrio entre textos ensaísticos, estudos históricos e biográficos, e abordagens fenomenológicas ou semióticas, que convidam o leitor a um envolvimento intelectual prolongado. O tom, em geral, é sério e contemplativo, com ritmo que privilegia a reflexão mais do que a narrativa rápida.
