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Os Bruxos do Morro Maldito eos Filhos de Sumé

Título: Os Bruxos do Morro Maldito eos Filhos de Sumé

Autor: Agostinho Minicucci

Sinopse: Este livro narra os trabalhos científicos de um humilde frade franciscano, Fidélis da Motta, poliglota que descobriu o idioma sumério falado na Atlântida. Através do sumério reinterpretou a Biblia descobrindo que ela trata não só de religião mas também da história da Atlântida. Diz ele que a língua dos nossos indígenas é originária do sumério e que os nossos topónimos tupis falam também da Atlântida, Frei Fidélis pesquisou inscrições em morros e capelas do Brasil que trazem revelações sobre o povoamento da América pré-colombiana. O enredo relata pesquisas reais, ficção, analogias e alegorias do autor. Tem por cenário a cidade de Bofete no interior de São Paulo. Aí se levantam três montes e no chamado Pedra do Meio, em uma gruta, se encontram os segredos da Atlântida, segundo as inscrições e lendas locais. Ao final, o livro apresenta um dicionário Sumério-Portu-guês inédito não só no Brasil como também em outros países.

Contexto da obra

Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Os Bruxos do Morro Maldito eos Filhos de Sumé”, de Agostinho Minicucci, publicado pela editora Moraes, em 1992 e com 154 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.

Editora: Moraes

Páginas: 154

Ano: 1992

Edição:

Linguagem: português

ISBN:

ISBN13:

    Sobre o autor

    A leitura dos livros de Agostinho Minicucci conduz o leitor a um universo de análise psicológica aplicada, com foco em dinâmicas humanas e sociais que se desdobram entre o individual e o coletivo. O tom é predominantemente didático e objetivo, com ritmo que privilegia a clareza e a sistematização do conhecimento, sem se perder em abstrações. A tensão reside no desafio intelectual de compreender teorias complexas e suas aplicações práticas, especialmente em ambientes como o lar, o trabalho e grupos sociais. A prosa é funcional, quase sempre direta, com uso frequente de exemplos e exercícios que estimulam a reflexão ativa. O leitor é convidado a explorar as relações interpessoais, os estados do eu, e as estruturas de grupo, sempre com uma abordagem que mescla teoria e prática. Em meio a essa objetividade, há espaço para narrativas que flertam com a ficção e a pesquisa histórica, ampliando o espectro de interesse e o tipo de questionamento proposto.

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