
Título: Os Cadernos de Dom Rigoberto
Autor: Mario Vargas Llosa
Sinopse: Dom Rigoberto, embora seja um homem discreto, leva uma vida dupla. De dia, comporta-se como um senhor respeitável e de hábitos metódicos. À noite, aproveita as madrugadas insones para registrar fantasias amorosas em seus cadernos. Neles, sua ex-mulher, a voluptuosa Lucrecia, ocupa sempre o espaço da personagem principal. Por trás da aparência austera de corretor de seguros, esconde uma obsessão pelas mais loucas fantasias sexuais. Embora tenha passado anos de completa felicidade com Lucrecia - uma mulher sensual que amava atender seus desejos -, Rigoberto interrompeu bruscamente o idílio em que viviam quando descobriu que ela e Fonchito - filho de seu primeiro casamento - mantinham um tórrido caso amoroso. Assim, viu-se obrigado a expulsá-la de casa. O que Dom Rigoberto não sabe é que foi o filho quem seduziu a madrasta, num plano maquiavélico para afastá-la de suas vidas.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Os Cadernos de Dom Rigoberto”, de Mario Vargas Llosa, publicado pela editora Publicações Dom Quixote, em 1998 e com 265 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Publicações Dom Quixote
Páginas: 265
Ano: 1998
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN: 9722015192
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora Publicações Dom Quixote costumam explorar histórias marcadas por tensões humanas profundas, muitas vezes ambientadas em contextos históricos ou sociais complexos. A experiência de leitura transita entre narrativas densas, como retratos de desilusão e esperança em tempos de guerra, e relatos que mesclam o íntimo com o coletivo, revelando personagens em busca de sentido. O catálogo apresenta obras que oscilam entre o tom mais reflexivo e o ritmo narrativo intenso, com frequentes incursões em temas como amor trágico, memória e identidade cultural. A linguagem varia do poético ao direto, sempre com uma atenção especial à construção de atmosferas que evocam emoções fortes e questionamentos existenciais.
